FIM DE SEMANA

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Disponível em CD e vinil, A MÁQUINA VOADORA, disco de Ronnie Von de 1970, é uma vôo rasante pelo piscodelismo brasileiro, tão em voga na época. Ronnie tentava afastar a imagem de Pequeno Príncipe da Jovem Guarda e arriscar novos voos. Arriscou e não deu muito certo porque as gravadoras queriam lucros. Apenas lucros.

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É com um certo atraso que caiu em minhas mãos, o livro de crônicas da escritora mineira Marina Moraes, ÁGUA PARA AS VISITAS. Mas nunca é tarde para entrar em contato com uma literatura tão deliciosa. Marina, uma mineiríssima em São Paulo, conta histórias curtas, curiosas, inspiradas, sempre com um final surpreendente, bem sacado. Que faz a gente respirar fundo e partir pra nova história. Altamente recomendável.

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Nessa época do ano, as exposições em Paris são, no mínimo, magistrais. É o caso da exposição Icônes de l’Art Moderne – la Collection Chtchoukine, exibida na Fondation Louis-Vuitton. São 127 obras de Picasso, Matisse, Cézanne, Monet e Gauguin. Um espetáculo.

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A Zum, revista semestral editada pelo Instituto Moreira Sales, é uma das publicações mais espetaculares sobre fotografia. Comparável a qualquer revista estrangeira. O número 11 acaba de sair e já está disponível nas boas casas do ramo.

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Bob Dylan e Allen Ginsberg, em 1975, no cemitério de Lowell, em Massachussets, nos Estados Unidos. Os dois lêem textos de Jack Kerouac, escritor beat, em frente ao seu túmulo.

[foto Ken Reagan]

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[reprodução Le Monde]

 

 

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