A VOZ DO MORRO

Em 1977, longe daqui, aproximadamente a uns dez mil quilômetros de distância, eu me surpreendi com a linguagem de Dentes ao Sol, de Ignácio de Loyola Brandão. Quarenta anos depois, pertinho do Rio de Janeiro, outrora cidade maravilhosa, me surpreendo com a linguagem de O sol na cabeça, de Geovani Martins. Uma linguagem que mistura ficção com realidade. Os 13 contos do livro poderiam ser 13 reportagens, 13 retratos-falados de uma vida periférica, que acaba de ganhar uma voz. Vamos ouvir falar muito de Geovani Martins, o menino que nasceu em 1991 em Bangu e descobriu uma maneira de mostrar a vida – lá no morro – como ela é. Leitura indispensável.

[fotos Reprodução]

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