LUZ NO FIM DO TÚNEL

A televisão anda muito chata, chata demais, talvez para o meu gosto. Nos meus momentos de folga, às vezes zapeio, zapeio e não encontro nada que preste. Desligo. Gosto de algumas coisas. O papo de mãe (Cultura), O papo de segunda, o Decora, a Rita Lobo (GNT), coisas assim. Mas, confesso, deveria prestar mais atenção no Canal Brasil. Ontem estreou uma série de 10 programas pilotados por Gilberto Gil (Amigos, sons e palavras) que, na verdade, não trata-se de um talk show, mas de um papo entre amigos. A estréia, com Caetano Veloso, amigo do peito e de longa data, foi uma conversa ótima. Pena que curto demais (meia hora). Os dois conversaram sobre canções, família, envelhecimento, a vida enfim. Gil lembrou bem uma frase de Dona Canô, mãe de Caetano, a sábia, que abrilhantou o papo: “Quem não morre, envelhece”. O programa de Gil merece ser visto e revisto. Toda terça, 21h30 tem uma novidade. Terça que vem a convidada é Fernanda Torres. Se eu fosse você, não perdia por nada.

[foto Reprodução TV]

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