PASSANDO EM REVISTA

São poucas as pessoas nesse mundo moderno e virtual, que ainda param diante de uma banca de jornal para espiar as manchetes dos jornais, ver as revistas novas que saíram, comprar uma. Banca de jornal virou loja de conveniência, aquela que tem mais Coca-Cola que Folha de S.Paulo, mais chip da Tim que Piauí. Sinto-me um dinossauro ao entrar numa banca de jornal da Avenida Paulista, outrora superbancas, e ficar olhando as revistas uma a uma. São poucas e uma se destaca pelo conteúdo, a Superinteressante. A revista, que já teve altos e baixos, está num período de alta. Vale a pena conferir o número de fevereiro, a epidemia de ansiedade na capa. Com muito conteúdo, há mais de três décadas, a Superinteressante anda fazendo jus ao nome. Recomendo. A única reclamação é que a editora que publica a revista, precisa pagar seus ex-funcionários, aquela massa de trabalhadores que foi demitida sumariamente.

[AV]

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