QUANDO OS REPÓRTERES VÃO PRA RUA

Existe um abismo entre a cobertura de manifestações no Brasil e nos Estados Unidos. De repente, a GloboNews colocou os seus repórteres nas ruas, no meio dos manifestantes, trombando em cartazes, de punhos cerrados gritando palavras de ordem. Os repórteres não estão ali no meio dos manifestantes apenas fazendo uma passagem, mostrando o movimento ao fundo. Eles estão andando com os manifestantes, dando todos os detalhes do que se passa, lado a lado. O abismo que existe entre a cobertura lá e aqui, é gritante. Lá, eles fazem o que deve ser feito mesmo. Aqui, eles têm medo. Se existe vandalismo lá, fazem questão de dizer que são pontuais, gente infiltrada “que não leva cartaz”, que “não está ali para protestar, e sim para fazer baderna”. Aqui, a baderna parece ser generalizada. Lá, repórteres chegam a dizer que “é bonito ver quando ajoelham, o símbolo das manifestações dos últimos oito dias” na América. A cobertura das manifestações na terra de Trump feita pela GloboNews tem sido empolgante, como deve ser feita. Quero ver quando chegar aqui. Será que vamos continuar a ver a cobertura através de drones?

[foto Reprodução/GloboNews]

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