UM CHECK-UP DA IMPRENSA

A volta às aulas é apenas mais um capitulo da grande confusão do abre-não abre nessa pandemia que vivemos desde o início do ano. Voltar sem estar cem por cento preparado, pode apenas alimentar a tragédia. Perguntamos: será que o governo vai aprender a lição?

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O governo deveria estar planejando a volta do ano letivo de 2021. Para quê voltar já quase no fim de um ano trágico para a educação? Esquece 2020. Não tem outra saída.

No ano em que precisamos saber, como nunca, quem somos e como estamos, o governo dá um tiro que pode sair pela culatra.

Notícias da África só chegam por aqui quando tem uma tragédia ou um golpe de Estado.

Pode parecer uma miragem, um delírio, uma brincadeira. Mas, não. Trata-se de uma imagem do verão 2020 em Wuhan, na China, onde tudo começou.

Confirmado: Brasileiro, profissão esperança.

Depois do Datafolha mostrar que o auxílio emergencial aumentou a aprovação do presidente Bolsonaro, o governo não abre mão de distribuir uma graninha pro povo. Vai ser assim até as eleições de 2022.

A impressão que nos dá é que lá vai o Brasil subindo a ladeira. Mas é o contrário. O povo decretou o fim da pandemia, por conta própria.

Lembrando que o povo continua nas ruas de Minsk, capital de Belarus, disposto a derrubar o presidente.

O TÍTULO MAIS TRISTE DO DIA:

 

O Sesc São Paulo lança o livro Lições de Resistência, uma biografia do abolicionista Luiz Gama. Um reparo, uma prestação de contas importante para a  nossa História.

Sim, a briga vai ser enorme. O toma-lá-dá-cá está funcionando à todo vapor.

Resumindo: ninguém se entende.

Em destaque na primeira página, os dois novos diretores artísticos do Museu de Arte Moderna do Rio: Kenya Eleison e Pablo Lafuente.

Apesar de regulamentada a ajuda aos funcionários da Cultura, o jornal duvida e pergunta no título: Agora a verba sai?

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O diário comunista italiano afirma que derrubar o presidente de Belarus, representa derrubar o muro de Minsk, a capital.

O jornal francês Libération mandou um repórter ao Afeganistão para mostrar como está a vida em Cabul, três meses após o massacre em uma maternidade na capital que matou 24 pessoas. Grande reportagem.

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CAIU NA REDE:

O HUMOR DE JÔNATAS:

 

 

 

 

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