O SOL DE QUARTA-FEIRA

Renda Cidadã é a mais nova confusão criada pelo governo federal. O importante para Bolsonaro é apagar da História o nome Bolsa Família.

Resumindo: não acabou a mamata

Paulo Preto é uma espécie de Fabrício Queiroz dos tucanos

A pandemia derrubou muita coisa: a renda mensal, a doação de sangue, ministros da Saúde…

Na série sobre drogas, a Folha chega a Israel

Por enquanto, estamos aqui, vivendo esse momento bem esquisito

Na capa da Ilustrada, o documentário que conta a história da tão falada Libelu

Linda a ilustração do livro Este é o Lobo, reproduzida pelo jornal

Sem saber encontrar uma saída, o governo pede ajuda aos universitários

Está chegando a hora de ouvir no horário nobre: saneamento básico, aumento e valorização do professor, o médico da família e… “o povo já não aguenta mais!”

Na foto em destaque na primeira página, todo dia, uma tentativa de ainda salvar o país

Apenas mais uma cena de Os Trapalhões

Na foto em destaque na primeira página, cenas de uma luta de boxe

Na capa do Segundo Caderno, o diretor Rua Guerra faz o triste retrato falado do nosso país

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A gente que está acostumado com aqueles debates na TV, pasteurizados, cronometrados e pedindo silêncio da platéia o tempo todo, levamos um susto com o debate entre os candidatos à presidência dos Estados Unidos, Donald Trump e Joe Biden. Foi uma espécie de vale-tudo. Bate-boca, todos falando ao mesmo  tempo, acusações, brincadeiras, sacanagens, tinha de tudo. O eleitor deve ter saído meio atordoado, mais perdido ainda. Trump chegou chutando o balde como se fosse o rei do mundo. Biden perdeu algumas boas oportunidades de colocar o ultra-direita Donald Trump no chinelo. Nas duas TVs à cabo, ficamos imaginando a luta dos tradutores simultâneos para entender o que se passava. Estranhamos na GloboNews, a voz feminina de Trump. Tudo muito bizarro.

Conheci Boris Casoy no final dos anos 1980, quando ele saiu da Folha de S.Paulo para entrar na televisão. O SBT começava a viver seus anos de ouro do Jornalismo. Graças ao esforço de três diretores – Marcos Wilson, Albino Castro e Luiz Fernando Emediato – Boris Casoy deixou as teclas da Folha para fixar seus olhos na telinha do SBT. Aprendeu rapidamente o fazer televisão e, em pouco tempo, ficou conhecido em todo o país como o primeiro verdadeiro âncora de uma telejornal, o TJ Brasil. De cara, Casoy criou um bordão -isso é uma vergonha! – que o acompanhou por toda a carreira na TV. Inclinado à direita, ele queria porque queria passar o Brasil à limpo, outro bordão que se espalhou pelo país. Do SBT, sempre muito confuso e atrapalhado com o seu Departamento de Jornalismo, Casoy foi para a Record, depois para a Bandeirantes e finalmente para a Rede TV. Mas nunca mais foi o mesmo. Com audiência baixa, muitos nem sabiam que ele ainda estava na televisão. Polêmico, cometeu algumas gafes. Pagou por isso. Esta semana, beirando os 80 anos, foi dispensado da Rede TV. Deixa a bancada do principal telejornal da casa, enquanto o Brasil continua uma vergonha, precisando ser passado à limpo. [Alberto Villas]

O quarto e último episódio de Amor e Sorte, com Luisa Arraes e Caio Blat, que foram apresentados na Globo nas últimas quatro terças-feiras. Bem sacado, criativo, a série mostrou que nesses tempos de epidemia, basta ter uma ideia na cabeça e uma câmera na mão. Vale a pena ver de novo.

DEU NA COLUNA DA PATRÍCIA KOGUT, NO GLOBO:

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2 comentários em “O SOL DE QUARTA-FEIRA

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