O SOL DE SEXTA-FEIRA

O aquecimento global server pelo menos para alguma coisa: tirar Celso Russomano da parada. Temos fé. A Folha evitou colocar o crescimento do Boulos na manchete. Devem ter argumentado que não cabia.

Sim, estamos cansados de ver mães na televisão, no dia seguinte, pedindo “Justiça”. Que não vem.

Na foto em destaque na primeira página, Irone Santiago, mãe de Vitor, que ficou paraplégico

Mor, na página A2. Nota 10!

Na capa da Ilustrada, o centenário do nascimento de Ligia Clark. Imortal.

Nada dá certo para o Brasil decolar

Feliz Ano Velho!

No destaque da primeira página, Pelé, 80 anos, superstar

Com destaque para a cara de bunda do ministro da Saúde

Nessa briga eleitoral, está difícil qualquer tipo de transparência

Resumindo: não importa quem vai ganhar as eleições municipais. Quem vai continuar mandando no Rio são os milicianos.

Na foto em destaque na primeira página, os dois candidatos à presidência americana. Só faltou um dizer para o outro: “Você é bobo!”

O centenário de Ligia Clark é também capa do Segundo Caderno

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Na capa da Carta Capital: os pastores evangélicos começam a entrar de sola no mundo online. Na capa da Veja, a guerra da vacina

DATAFOLHA SÃO PAULO:

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Uma capa curiosa da edição de fim de semana do jornal francês Libération: um dossiê sobre chefs de cozinha que assediam sexualmente e moralmente suas alunas e subordinadas. O número é grande.

Já é 1984 na capa da Economist: Quem controla as conversas?

O jornal italiano La Repubblica saúda, em duas páginas, os 80 anos de Pelé, o Edson Arantes do Nascimento

Na capa de duas revistas francesas que chegam hoje às bancas, a morte do professor Samuel Paty, assassinado por extremistas depois de exibir cartuns de Maomé publicados no jornal satírico o Charlie Hebdo. Estava dando aula sobre liberdade de expressão.

O último debate entre os dois candidatos à presidência dos Estados Unidos, exibido na noite de quinta-feira (22) foi um fala daqui, desmente dali, fala de cá, desmente de lá. De qualquer maneira, com o microfone fechado para o candidato que ouvia o outro, foi melhor que aquele primeiro, um show de horrores. Trump provou, mais uma vez que é um Bolsonaro que fala inglês.

Talvez por preguiça de simplificar e explicar em poucas palavras para o telespectador, a televisão brasileira descobriu a TV lida. Publica a íntegra e vamos em frente.

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