O SOL DE SEGUNDA-FEIRA

Resumindo: o otimismo do novo ministro da Saúde vai sumindo

E pior no Brasil

Este é apenas um dos escândalos que a CPI da Covid vai esclarecer

O Brasil voltando aos tempos do fogão a lenha

A Folha crava que ninguém sabe quem ganhou as eleições presidenciais no Equador

Não podíamos perder a piada: na foto em destaque na primeira página, o Brasil no fundo do poço

Benett, na página A2

Resumindo: o Brasil enfrenta todo tipo de problema

Tipo se eu cair, levo governadores e prefeitos comigo

Uma descoberta importante

Na foto em destaque na primeira página, aquela história: todos os brasileiros só irão usar máscara quando tiver um radar na esquina multando. Como foi com o cinto de segurança

Medo medo medo

O Globo aposta na eleição do candidato de centro-direita

Na foto em destaque na primeira página, o campeão da Supercopa

Dentistas na linha de frente

Quem bater os olhos nas capas da Veja e da Isto É nas bancas, vai pensar que o assunto é o mesmo, a morte do menino Henry Borel. Mas não, a capa da Isto É é sobre as crianças e a pandemia.

Em abril de 1970, a revista Veja estampou na capa o mesmo assunto da revista Época desta semana, a relação dos militares com o poder. Só que em 1970, vivíamos uma ditadura brava.

Angola na capa da revista semanal de informação portuguesa Visão e o Congo na capa do Aliás, suplemento de fim de semana do jornal italiano Il Manifesto

Só deu o príncipe Philip nas capas dos jornais britânicos

Vale Tudo, Avenida Brasil e agora Amor de Mãe. Três novelas exibidas pela Globo que serão sempre lembradas. Amor de Mãe terminou na sexta-feira (9), deixando algumas referências: uma novela com um pé na esquerda, onde o quesito ecologia foi defendido como a esquerda defende. Uma fotografia com o pé no cinema, mais realista do que aquelas cenas de pessoas bem vestidas com um copo de uísque na mão, em outras novelas. A visita de Lurdes e Danilo (Domenico) a Telma no hospital, à beira da morte, foi uma lição que deixou claro o que é amor de mãe.

Depois de anos e anos recitando um diálogo falso e ensaiado, o Jornal Nacional rompeu com aquelas perguntinhas: Vai chover no Nordeste? Aí, a apresentadora clicava na tela e já aparecia as imagens da chuva no Nordeste, como num passe de mágica. Agora, Willian Bonner diz para Ana Lottermann: Fala pra gente sobre a chuva no Nordeste. Ficou bem melhor.

PARA LER, acesse gamarevista.

 

O Google não sabe a diferença entre Roberto e Erasmo Carlos. Você clica em Roberto Carlos e aparece uma foto do Erasmo.

Desde pequeno ele tinha medo. Medo do escuro, talvez fruto da superstição da sua mãe que o deixou, do dia 3 de agosto até 13 de setembro, dormindo com uma luz acesa, porque era perigoso criança sem batismo dormir no escuro. Acostumou com a claridade e quando vinha a escuridão, um certo pânico.

PARA CONTINUAR LENDO

https://www.cartacapital.com.br/opiniao/nao-podemos-ter-tempo-de-temer-a-morte/.

 

 

 

 

 

 

 

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