O SOL DE QUINTA-FEIRA

Confirmadíssimo: vem aí a CPI da Covid

Trata-se da vacina inventada pelo presidente Jair Bolsonaro

O jornal Le Monde tinha razão: a Lava Jato virou uma vergonha nacional

Salles, na boiada já foi boi

Pode esperar sentado

São Paulo precisa de ar puro, em todos os sentidos

Fuera Bolsonaro!

Resumindo: ou dá ou desce!

Pazuello está em maus lençóis

O que já foi manchetona de primeira página, hoje é apenas uma chamadinha de quatro linhas

Resumindo: vamos mudar de assunto

Protestos contra o racismo importam

A monumental Enciclopédia Negra ganha uma página no Caderno 2

Quem tem fome tem pressa

Só entra em Niterói quem está sem febre

O jornal Le Monde escancara na primeira página os 100 mil mortos na França

Na capa da revista semanal francesa Télérama: Pobreza! Como desaparecer com ela

As semanais inglesas que começam a circular hoje

Lana Del Rey na capa da Rolling Stone alemã

M, a revista do final de semana do Monde chega amanhã ao seu número 500 e pediu a seus leitores sugestões de capa para uma exposição em Paris. O SOL mandou a sua.

 

 

 

 

2 comentários em “O SOL DE QUINTA-FEIRA

  1. Bom dia.
    Dois meses atrás, comentei com amigos que o Brasil ficaria igual aos leprosários do início do século passado, onde as pessoas viviam confinadas, pois as pessoas tinham medo de contrair lepra.
    Dessa forma eles vivia em um mundo.

    Aproveito para elogiar o trabalho do sol, que me foi apresentado pelo meu amigo e colega llsississ

  2. Prezado Villas,
    Boa noite.
    Acabei de assistir a saga da reunião do STF, para confirmar o óbvio ululante, como diria Nelson Rodrigues, que era e sempre foi a incompetência da vara de Curitiba para julgar o Lula. Passados tantos anos do processo da condenação fajuta, é como se alguém fosse julgado, culpado, condenado e enforcado por um crime (estou talvez pensando em crime do século XVIII ou XIX) e anos depois o juiz reconhecer que houve um engano e mandar desenterrar o sujeito para empalhar e sentar na cadeira como se estivesse vivo (estou talvez me inspirando no filme “Psicose” do Hitchcock). Afinal esse julgamento foi uma mistura de filme de suspense e de terror. Assisti o julgamento com muita tensão e contrariedade. Olhava e ouvia embasbacado o malabarismo verbal de muitos artistas mambembes desse espetáculo circense de péssima qualidade que virou o STF. Juízes celebridades, “influencers”, péssimos influencers, aliás, da área do Direito, que agora deveria se chamar “Errado”. A que ponto chegamos! Concordar com um Gilmar Mendes e quase bater palmas quando ele destruiu o Conká. Em outra época, eu sabia de cor o nome dos 11 jogadores da seleção brasileira. Hoje que o futebol perdeu seu charme, conhecemos o nome dos 9 ministros e 2 ministras (embora a Carmen Lúcifer talvez diga que não existe essa palavra…). Sabemos o nome, xingamos esses atores (péssimos atores). como xingávamos os juízes que roubavam nosso time e eu me pergunto: E daí? Qual a importância de acompanhar passo a passo as sessões em que esses péssimos artistas que se expressam tão mal, usam um idioleto sem graça que talvez nem eles entendam, porque são os assessores que, só de maldade, redigem as sentenças daquele jeito esquisito e mal escrito? Quando acaba a encenação (péssima encenação), todos vão para suas abastadas residências, comer lagosta, caviar, beber champanhe e puro malte e no aconchego de seu bunker rir baixinho e pensar em voz alta: Como são idiotas esses brasileiros!
    Laerthe

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