O SOL DE TERÇA-FEIRA

É aquela velha história: tem, mas acabou!

Enquanto isso, o povo vai decidir se Bolsonaro fica ou segue o rumo de Donald Trump

Perguntamos: o quê no governo federal não falha?

24 horas antes de deixar o poder, o presidente norte-americano pensou no Brasil

O ministro da Saúde dando uma de chefe do Almoxarifado

No seu artigo de terça-feira, Guilherme Boulos passa João Doria à limpo 

Alberto Benett, na página A2, sempre muito bom

É aquela velha história: o Brasil não tem remédio

O Amazonas pede socorro

As poucas vacinas estão no ar

É aquela velha história: é dose!

Como o seu amigo Donald, Jair não aceita a derrota

Se instituíssemos o Prêmio Pinóquio, o ministro da Saúde era o mais forte candidato

O prefeito do Rio, Eduardo Paes, sabia que sua ideia renderia uma foto na primeira página do Globo: dito e feito!

Na capa da Época, a democracia norte-americana balançando. Quem diria?

O número de janeiro da Superinteressante passa a limpo o vilão dos novos tempos; o açúcar

Página inteira no Le Monde sobre o caos em Manaus. Reportagem do correspondente Bruno Meyerfeld.

A morte do ator francês Jean-Pierre Bacri, aos 69 anos, vítima da Covid, na capa do Libération

O abismo americano é o assunto principal da revista do New York

Foto do produtor Phil Spector publicada no obituário do Le Monde. A foto de Tommy Lea mostra Spector na Inglaterra, em janeiro de1964.

A primeira edição do ano da New York Review of Books, uma leitura sempre recomendável

O Sol apontou o silêncio da TV Globo e, ontem à noite, o Jornal Nacional mostrou imagens dos caminhões vindos da Venezuela (quem diria!) trazendo oxigênio para as vítimas da Covid em Manaus

A Globo que tem por praxe não dar colher de chá para empresas citando o nome delas em suas reportagens, a emissora que chama o Red Bull Bragantino de Bragantino e o Allianz Parque de Arena Palmeiras, resolveu citar as companhias aéreas Azul (foto/reprodução), da Gol e da Latam que têm transportado as vacinas.

E o cenário do Papo de Segunda, do GNT? Tipo Miami Connection…

Rodrigo Constantino na Jovem Pan falando dos idosos que morreram na Noruega depois de tomar vacina (sem comentário)

Guilherme Fiuza na Jovem Pan falando que o PSOL quer impedir o tratamento da Covid com cloroquina. Para ele, um absurdo, já que fechou com Bolsonaro e não abre.

PARA LER:

https://www.uol.com.br/ecoa//reportagens-especiais/itamar-vieira-jr-trabalha-pela-reforma-agraria-enquanto-colhe-louros-de-ser-maior-escritor-brasileiro-hoje-/index.htm

 

 

 

 

 

O SOL DE SEGUNDA-FEIRA

 

O governo de São Paulo foi rápido no gatilho e começou a vacinar antes do governo federal

Foi agulhada para todos os lados

O Ministério da Educação não passou no Enem

Rodrigo Maia passou o seu mandato com a gaveta transbordando de pedidos de impeachment. Faltou coragem.

A foto em destaque na primeira página da enfermeira Mônica Calazans sendo vacinada entrou para a história

Enquanto isso, em Ipanema…

É sempre bom lembrar: Inicia imunização… minutos depois

O general do bando atropelou nas suas próprias palavras

Cinco meses depois de curar do envenenamento, Alexei Navalni vai pra cadeia

Na primeira página do Estadão, a mesma foto da Folha

Da glória ao inferno. A história do produtor musical Phil Spector, morto na cadeia aos 81 anos, precisa ser contada

Mônica Calazans, só dá ela!

Chico Caruso, acertando na mosca

Na foto em destaque na primeira página, Mônica Calazans, de novo

Na capa da Carta Capital, Trump colocou a democracia americana em perigo. A revista Época fugiu do formato de newsmagazine e publicou, no final do ano, um número excepcional com a ficção de 20 escritores brasileiros, uma lista que fugiu dos mesmos escritores que estão sempre em todas as listas.

Na capa da Veja, a liberdade nas redes sociais e, na capa da IstoÉ, o retrato de um incompetente.

Um Brasil curioso e intrigante na capa do suplemento Alias, do diário comunista italiano Il Manifesto

A francesa M e a britânica The Economist, os últimos dias de Donald Trump no poder

After the Insurrection, por Edel Rodriguez

O maldito mutante foi parar na capa da alemã Der Spiegel

A Il Venerdì, revista de final de semana do diário italiano La Repubblica, saiu com um número especial sobre George Orwelll, escritor mais que atual

La Repubblica começa a publicar, em livros semanais, a história da esquerda italiana

NOTA 10

Para a reportagem sobre o tamanduá, essa figura cem por cento brasileira, no Globo Rural de domingo (17)

Leitura indispensável. Para acessar, basta ir no site da revista Gama

Como a economia de um país vai agonizando a cada dia que passa

A imprensa minimiza como pode uma notícia dessas

Um boa primeira página do jornal mineiro

Na capa do suplemento L’Époque, do Monde, como vai ser a nova casa depois desses tempos sombrios

Todo final de ano ele faz tudo sempre igual.
Compra uma bela romã importada, paga os
olhos da cara para, no último dia do ano,
debulhar a fruta, chupar os caroços, separar
sete, deixar secando e embrulhar num papel
pardo para ficar o ano inteiro guar…

Leia mais em:

https://www.cartacapital.com.br/opiniao/ja-se-foram-mais-de-dez-dias-de-dois-mil-e-vinte-e-um/. O conteúdo de CartaCapital está protegido pela legislação brasileira sobre direito autoral. Essa defesa é necessária para manter o jornalismo corajoso e transparente de CartaCapital vivo e acessível a todos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O SOL DE SEGUNDA-FEIRA

Ok, ok. ok. Mas é sempre bom dar uma espiada diariamente no Erramos

Daqui a 100 anos, ainda vamos estar falando em fortunas. Escuta só!

A cada notícia como esta, o Sol não se cansa de repetir aquele velho ditado: é o fim da picada! Foto em destaque na primeira página.

A vida como ela é

É o governo militar se apoderando do país

Não demora muito o Brasil vira o país daquele imigrante vendedor de bugingangas no Guarujá

Na foto em destaque na primeira página, o trabalho de quem enfrenta a pandemia todos os dias

Daqui a pouco, o governo federal tem a ideia de fazer uma black friday

Resumindo: Donald Trump caiu da rede

Tudo cai

A foto em destaque na primeira página relembra a tragédia da Região Serrana do Rio em 2011 que deixou quase mil mortos. Resumindo: dez anos depois, o Brasil continua caindo aos pedaços.

Uma boa historinha na coluna do Ancelmo

Nada mais convencional no Painel dos Leitores da Folha. No domingo, uma carta lamentando e uma festejando a saída do colunista Fernando Haddad. Na segunda, a segunda dose.

Edição especial da revista Época, foge do padrão das semanais. Um número inteiro com textos literários.

Quem vê assim de longe, até parece que a Isto É é uma revista de esquerda. Mas não é.

O enterro da Editora Abril

Na primeira página do El País, uma cena que Madrid não via há 50 anos

O silêncio forçado de Trump na capa do jornal francês Libération

A América ferida, uma foto que diz tudo na primeira página do New York Times

Os últimos cartuchos do presidente americano, na capa da revista alemã Der Spiegel

O baiano José Raimundo, o Zé Raimundo é mais um que sai de campo no time da TV Globo

O GNT erra ao reprisar programas e não informar que trata-se de uma reprise. Quem vê o Tempero de Família, com Rodrigo Hilbert, na praia com amigos, dizendo que é tempo de férias, de abraços, de muvuca, etc e tal, todo mundo sem máscara e se abraçando, acredita que a pandemia acabou. O mesmo acontece com Rita Lobo.

NOTA 10

Para a reportagem especial de Nelson Araújo e Mariana Fontes, comemorando os 41 anos do Globo Rural. A sensibilidade das plantas foi uma aula e tanto, um colírio para os olhos.

Sim, já tivemos outros verões bem diferentes do que que o verão que estamos vivendo hoje. Assunto de capa da revista online Gama. Para ler, basta acessar o site da revista.

Na primeira página do Globo, Ipanema é uma festa e dane-se a pandemia

Ludmilla superstar na capa da revista de fim de semana do Globo

A temperatura na Cidade do Vaticano, onde o Papa Francisco anunciou que vai se facinar contra a Covid-19

 

A ARTE DE PROCRASTINAR

Achei que era só eu, mas quando li uma reportagem no jornal italiano La Repubblica sobre a arte da procrastinação, percebi que é no mundo inteiro que as pessoas deixam pra fazer amanhã o que podem fazer hoje. Muitas pessoas andam perguntando quantas horas tem o meu dia. Digo que ele nunca passa de 24 horas. Sim, durmo pouco, muito pouco, cinco horas no máximo. Faço muita coisa nesse tempo que fico acordado. Cedinho, edito o Sol, um jornal que passa a lupa na imprensa nacional e adora achar uma revista bacana, um título legal, uma boa reportagem em outra língua. Preparo a mesa do café da manhã da família, rego minhas plantas na varanda, cuido da horta, passeio duas vezes com o Canela, dando a volta em três quarteirões, escrevo uma crônica para a Carta Capital. Edito o diário ilustrado da família, coloco e tiro roupas da máquina de lavar roupas, coloco e tiro vasilhas da máquina de lavar vasilhas, leio jornais, revistas e livros todos os dias deitado na rede da varanda do meu apartamento sentindo o cheiro das ervas, pesquiso e escrevo o meu novo livro, O dia em que você nasceu. Vejo o Jornal Hoje, o Jornal Nacional, o Saia Justa, fico ligado o dia todo intercalando GloboNews com CNN Brasil e vejo ao mesmo tempo o Papo de Segunda e o Roda Viva. Nunca perco o Prime Time do Marcio Gomes. Quando tem futebol, deixo no mute e, de tempos em tempos, vejo o resultado. Mando zaps pros meus irmãos e filhos que moram longe daqui, respondo e-mails, espano o escritório, além de lavar as mãos e as máscaras umas vinte vezes ao dia. Pode parecer e é uma loucura essa correria. Mas loucura maior é quando tiro um Nespresso e coloco as pernas pro ar comendo um tequinho de chocolate depois do almoço, e acho que estou procrastinando. Por isso vou tirar cinco dias de férias semana que vem porque ninguém é de ferro. Nem mesmo a Margareth Thatcher era.

O SOL DE SEXTA-FEIRA

João Doria 1 X 0 Jair Bolsonaro

Até agora, deu tudo errado

Currículo típico da turma de Bolsonaro

Enfim, Biden presidente!

Emoção na foto em destaque da primeira página

Ponto para a Folha!

O coronavírus no país do carnaval

O objetivo de Bolsonaro é não deixar o governador de São Paulo aparecer

O que é bom para os Estados Unidos é bom para o Brasil

É o tal do auxílio emergencial 

Só agora o governo federal abriu os olhos para a Corona Vac

Cada morte, uma história

Na capa da Carta Capital, uma tragédia chamada Brasil

A invasão do Capitólio na capa da Veja. Na chamada no alto da capa, percebemos que a revista está à procura de um candidato para as eleições residenciais do ano que vem.

Na capa da Economist (GB) e na capa da Time (EUA), o flagrante da vergonha americana

 

O francês Libération relata a agonia dos dias finais de Donal Trump

NOTA 10

Para Alan Severiano que, a cada dia, vai relatando nossa agonia no JN com sobriedade 

NOTA 10

Para a jovem repórter Raquel Krähenbhul que estava dentro do Capitólio no momento da invasão 

NOTA 0

Para Renan Bolsonaro, que estreou um programa no Youtube entrevistando Raian Santos. O papo começou assim: “É um prazer estar aqui no programa do maior comedor do condomínio”. Renan respondeu: “Que isso, você que anda comendo todo mundo por ai…”

Sim, acredite. Para o Jovem Pan o que houve nos Estados Unidos foi uma tentativa de golpe para derrubar Donald Trump

Veja como vai ser o fim de semana na cidade mais fria do mundo

Duas obras da maior importância ganham versão em quadrinhos. Imperdível!

O EP de Davi Moraes, filho de Moraes, morto no ano passado, já está no Spotify

Simples assim

Zé Gilette era o único gay declarado naquela pudica cidade da Zona da Mata mineira. Muito magro, esguio, cabelo black power, era alvo predileto do preconceito travestido de bom humor, nos tempos em que todos cantavam nega do cabelo duro qual é o pente que te penteia. Tempo em que cantavam também ai, meu Deus, que bom seria/se voltasse a escravidão/eu comprava essa mulata/e prendia no meu coração.

Contavam piadas de português, de judeu, de anão, de gago e principalmente, de preto. Diziam que coisa está preta, a lista era negra e que havia negro de alma branca. Zé Gilette era mulato, num tempo em que ninguém associava a palavra com uma mula. Era um mundo cruel, aparentemente engraçado.

Zé Gilette, ninguém sabia o nome verdadeiro, se animava quando ia chegando janeiro, quando fevereiro pintava e com ele, o carnaval. Era na festa de Momo que ele tinha oportunidade de se divertir de verdade. Confeccionava fantasias com roupas comuns que passavam o ano dependuradas em varais das casinhas dos anos quarenta, cinquenta.

Havia desfile de carnaval pelas ruas de pedra da cidade, com escolas de samba mambembe e tudo mais. A cidade parava para ver os blocos passarem e, num deles, lá vinha Zé Gilette na maior empolgação. Era, sem sombra de dúvida, o mais animado da festa. Pulava, se divertia, divertia todo mundo à beira da calçada jogando confetes e serpentinas, borrifando todos com lança-perfume.

As roupas que ele mesmo fazia eram uma atração. Sunguinhas de crochê feitas por ele mesmo, muito antes de Fernando Gabeira. Bustiês tacheados de missangas coloridas, tamancos escandalosos pintados cada um de uma cor. Ninguém sabia onde ele conseguia aqueles óculos enormes, cor de rosa, iguais ao do Zé Boninho.

Zé Gilette chegava na quarta-feira de cinzas um bagaço, uns cinco quilos mais magro dos 50 quilos que pesava normalmente. Dormia o dia inteiro para recompor as energias e, na quinta-feira, bater ponto na fábrica de tecidos.

Ele ganhou esse apelido no início dos anos 60. Um dia, cansado de ser motivo de chacota, cravou vinte e cinco lâminas de Gilette num cabo de vassoura e saia na madrugada com aquela arma na mão. Incapaz de matar uma muriçoca, Zé Gilette nunca atacou ninguém, mas ganhou um apelido que entrou para a história de Cataguases.

 

 

 

 

 

 

 

 

O SOL DE QUINTA-FEIRA

Quem diria?

Enquanto isso, nosso problema por aqui continua grave

Alberto Benett na página A2

Na capa da Ilustrada, a vida de Baden Powell deu um livro

Sim, Estados Unidos!

Donald Trump está, literalmente, perdido

Enquanto chegamos a 200 mil mortos pelo Covid-19

O amigo de Bolsonaro perdeu a cabeça

Lembrando que o prefeito é fresquinho

Chico Caruso, na primeira página

No Libération, o vexame da briga política pela vacina

As capas de duas revisas semanais de informação made in Britain

 

A vacina na capa da revista americana Atlantic

Willian Bonner imitando a leitura capenga de Jair Bolsonaro no JN foi divertido e deu o que falar

Vimos na coluna da Patrícia Kogut, no Globo

Na Folha de S.Paulo

Apesar do clima quente em Washington, a meteorologia regista uma temperatura bem baixa na capital americana

 

O SOL DE QUARTA-FEIRA

Enquanto o mundo inteiro dá um passo pra frente, o Brasil dá dois passos pra trás

Faltou o general Mourão, com sua máscara do Flamengo, aparecer e dizer que não é bem isso que o presidente disse

Manaus está respirando com ajuda de uns poucos aparelhos

Na foto em destaque na primeira página, o retrato da capital do Amazonas

Woody Allen tenta passar à limpo sua vida numa autobiografia

A novela da pandemia no Brasil parece uma história sem rumo e sem fim

Faltou dizer também que culpou a imprensa

Na foto em destaque na primeira página, Londres, uma cidade quase fantasma

Ele pode renunciar e nós podemos pedir o impeachment por incompetência

Tudo de ruim tem acontecido no Rio de Janeiro, já perceberam?

Fecha-abre, compra-não-compra, enquanto o Brasil caminha para 200 mil mortes

Apesar do ano novo, estamos voltando a abril de 2020

A Piauí de janeiro, chegando às bancas, é leitura obrigatória

Quando teremos uma notícia boa vinda da cidade outrora maravilhosa?

 

Enquanto o Le Monde anuncia que 2021 é um ano crucial para o meio-ambiente, aqui nós anunciamos que 40% do Pantanal virou cinzas e nada mais

A primeira página do jornal alemão FrankfurterRundschau

O tranquilo e infalível Bruce Lee na capa da italiana Linus, uma das melhores revistas de histórias em quadrinhos do mundo

O “jornalista” Guilherme Fiúza defendeu mais uma vez, ontem, na Rádio Jovem Pan que o presidente Bolsonaro tem razão e que a imprensa é mentirosa e escandalosa. Evite.

A mesma Jovem Pan, que não aguenta ficar longe de um comentarista reacionário e homofóbico, anunciou que Rodrigo Constantino está de volta

O tempo na capital de Bangladesh

 

 

 

O SOL DE TERÇA-FEIRA

Enquanto o mundo inteiro vacina as pessoas de graça, o Brasil não vacina ninguém e fica discutindo a questão das clínicas particulares

O confinamento volta pra valer no Reino Unido

Insistimos aqui diariamente que o Brasil está acabando

O vale-tudo para evitar que Bolsonaro acabe de acabar com o Brasil

Uma inversão: o jornal impresso se pautando pela televisão. O escândalo do arcebispo foi matéria do Fantástico no domingo

Opinião de um leitor da Folha

Na UTI, respirando com ajuda de aparelhos, o problema da Saúde em nosso país se espalha por todas as comunidades

Machete com a cara de um jornal de economia

Isso mostra que a pandemia está no auge

O candidato do governo à presidência da Câmara está afinado com o filho do presidente

Conversa para boi dormir

Na foto em destaque na primeira página, a árbitra Edina Alves, uma mulher superpoderosa

George Orwell na capa do caderno Na Quarentena.Os seus livros 1984 e Revolução dos Bichos aparecem em toda lista dos mais vendidos.

A arte de mudar de assunto e dizer pra cima com a viga, moçada!

E foi criada a Ambev dos automóveis

Lembra do Bolsonaro falando do prestígio do Brasil no exterior? Pois é.

Os britânicos fecham enquanto o Brasil abre

A Inglaterra se fecha

Mais um morto. O seu nome sequer é citado na chamada de primeira página. Virou “motociclista”.

Chegando aos 77 anos, Jards Macalé lança discos e ganha uma biografia de 500 páginas. Virou capa do Segundo Caderno.

É sempre bom ouvir o que o escritor de Lavoura Arcaica tem a dizer. Raduan Nassar na capa da revista Quatro cinco um.

O lockdown no manchete do Times

O Libération mostra Donald Trump no fundo do poço

O alemão Süddeutsche Zeitung coloca a arte da esperança na primeira página

A britânica New Scientist começa o ano com um número especial

A revista mensal francesa Jeune Afrique aponta alguns rumos para o continente esquecido por aqui

NOTA 10

Novamente nota 10 para a reportagem de Ernesto Paglia no Fantástico mostrando que substâncias alucinógenas são aposta da ciência contra depressão e estresse pós-traumático. Didático e preciso. O Sol saúda a volta de Lucy in the Sky with Diamonds.

Além de branca de neve, Moscou está rachando de frio