OUTROS PAPOS

Um operário finaliza o topo da réplica da Torre Eiffel que está sendo construída na cidade de Nova Delhi, na Índia.

[foto AFP]

••••••••••••••••••••

A capa, sempre deslumbrante, da New Yorker da semana.

••••••••••••••••••••

Memória. Califórnia, 1960

[foto Historyinpix]

••••••••••••••••••••

Leitura recomendada:

https://www.pagina12.com.ar/168283-mas-que-tabla-de-salvacion-chaleco-de-plomo

••••••••••••••••••••

Uma leitura indispensável.

••••••••••••••••••••••

A melhor definição para a polêmica do Brexit está na capa do jornal português Público desta terça-feira.

 

PESQUISA

O Brasil é um país curioso. Todos sabem, por exemplo, que a maioria da população seria incapaz de dizer o nome do deputado estadual que ela votou nas últimas eleições, mas para responder pesquisas sobre os problemas do Brasil, a mesma população parece afiada. Ou, pelo menos, é o que pensa o DataFolha. Depois de perguntar ao povo se Lula deveria ser preso ou não, mesmo sabendo que ninguém conhece o processo, ele obteve um resultado e manchetou. A população brasileira parece afiada para responder qualquer pergunta: Demarcação de terras indígenas, aborto, maioridade, dívida externa, déficit público, armamento, tudo. Só falta o DataFolha perguntar o que o povo achou da Bolsa de Nova York ter caído 1,2%. Cada brasileiro já está com a resposta na ponta da língua. É só perguntar.

[AV]

OUTROS PAPOS

Leitura recomendada:

https://www.elmundo.es/papel/historias/2019/01/05/5c2f91a8fc6c834e478b45dc.html

••••••••••••••••••••

O jornal infantil Le P’tit Libé, do Libération, ensina essa semana aos seus pequenos leitores, o que é homofobia.

••••••••••••••••••••

Uma grande reportagem sobre as mega cidades no mundo, assunto de capa do Guardian Weekly

••••••••••••••••••••

O presidente norte-americano, Donald Trump, transformou-se no homem mais caricaturizado do mundo. Acima, ele na pena de João Fazenda, para a New Yorker

•••••••••••••••••••

A Opéra National de Paris está comemorando este ano os seus 350 anos. Não é pouco

JÁ VAI?

O caderno L’Époque, do jornal Le Monde, publicou neste fim de semana uma matéria de capa muito atual e interessante. Ela mostra que, apesar do avanço da tecnologia, das novas invenções que são pensadas para o homem ganhar tempo, os empregados ficam, cada vez mais, no seu local de trabalho. Pessoas assinam contrato de sete horas de trabalho e costuma trabalhar (ou ficar no local de trabalho), nove, dez horas. A competitividade entre os colegas de trabalho e o medo de perder o emprego são as causas principais dessa paranóia. Curiosamente, um livro foi chamado Trabalhar duas horas por dia, foi relançado na França neste início de ano e mostra que se fosse para produzir estritamente o necessário, o homem não precisava trabalhar mais que duas horas por dia.

[AV]

UM DISCO PRO DOMINGO

Maravilhas Contemporâneas, o segundo disco da carreira de Luiz Melodia, morto no ano passado, seguramente não é o seu Sgt Peppers. O Sgt Peppers é, sem sombra de dúvida, o Pérola Negra. Maravilhas Contemporâneas está voltando em disco de vinil, para o deleite dos colecionadores e apreciadores da música popular brasileira. A reedição chega com o capricho da Polyson, capa original, encarte, tudo como dantes. Ouvir Congênito, Maravilhas Contemporâneas, Juventude Transviada e Paquistão, deixa a impressão que o disco bem que poderia sim ser o seu Sgt. Peppers.