OUTROS PAPOS

Leitura recomendada:

https://www.elmundo.es/papel/historias/2019/01/05/5c2f91a8fc6c834e478b45dc.html

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O jornal infantil Le P’tit Libé, do Libération, ensina essa semana aos seus pequenos leitores, o que é homofobia.

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Uma grande reportagem sobre as mega cidades no mundo, assunto de capa do Guardian Weekly

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O presidente norte-americano, Donald Trump, transformou-se no homem mais caricaturizado do mundo. Acima, ele na pena de João Fazenda, para a New Yorker

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A Opéra National de Paris está comemorando este ano os seus 350 anos. Não é pouco

JÁ VAI?

O caderno L’Époque, do jornal Le Monde, publicou neste fim de semana uma matéria de capa muito atual e interessante. Ela mostra que, apesar do avanço da tecnologia, das novas invenções que são pensadas para o homem ganhar tempo, os empregados ficam, cada vez mais, no seu local de trabalho. Pessoas assinam contrato de sete horas de trabalho e costuma trabalhar (ou ficar no local de trabalho), nove, dez horas. A competitividade entre os colegas de trabalho e o medo de perder o emprego são as causas principais dessa paranóia. Curiosamente, um livro foi chamado Trabalhar duas horas por dia, foi relançado na França neste início de ano e mostra que se fosse para produzir estritamente o necessário, o homem não precisava trabalhar mais que duas horas por dia.

[AV]

UM DISCO PRO DOMINGO

Maravilhas Contemporâneas, o segundo disco da carreira de Luiz Melodia, morto no ano passado, seguramente não é o seu Sgt Peppers. O Sgt Peppers é, sem sombra de dúvida, o Pérola Negra. Maravilhas Contemporâneas está voltando em disco de vinil, para o deleite dos colecionadores e apreciadores da música popular brasileira. A reedição chega com o capricho da Polyson, capa original, encarte, tudo como dantes. Ouvir Congênito, Maravilhas Contemporâneas, Juventude Transviada e Paquistão, deixa a impressão que o disco bem que poderia sim ser o seu Sgt. Peppers.

UM LIVRO PRO SÁBADO

Algumas biografias, como esta de Jorge Amado, escrito pela jornalista e historiadora Joselia Aguiar, são verdadeiras aulas de história. Em mais de seiscentas páginas, Joselia vai traçando o perfil do escritor baiano e, ao mesmo tempo, nos situando no Brasil, na sua História, no seu folclore, nas suas curiosidades. Muito já se falou e escreveu sobre Jorge Amado, mas a biografia editada pela Todavia é um caso à parte. A jornalista pesquisou durante quase uma década, esmiuçou a vida de Amado e chegou a um resultado exemplar. É leitura boa e cativante da primeira até a última página.