VEJA SÓ!

No ano do porco chinês, um passeia tranquilamente pelo Maior Wildlife Park, na Nova Zelândia. Essa raça, domesticável, está virando mania no país.

[foto Reuters]

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Enquanto os jornais brasileiros vão emagrecendo a olhos vistos, os italianos crescem. Dia 14 próximo, o italiano La Repubblica lança sua revista mensal de bem-estar: Live.

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Paz-Rudy, para o jornal italiano Página 12.

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A violência do homem contra a mulher virou uma praga internacional.

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Memória. Enquanto Michael Jackson lava, Paul McCartney enxuga.

[foto Historyinpix]

 

OLHA SÓ!

BRIGAS, NUNCA MAIS

Na capa da revista espanhola Papel, a pauta são os conflitos entre as pessoas, dos mais diversos.

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OLHO DO FURACÃO

Em 1961, na cidade húngara de Nagyheghes, houve uma enorme explosão de gás. A cratera se manteve durante todos esses anos, transformando num ponto turístico. No inverno, coberta de neve, vista assim do alto, mais parece um olho.

[foto Szolt Czegledi]

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SHOW!

A quadrinista Taiyô Matsumoto, virou a grande atração do Festival de Angoulême, na França.

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CIDADE LINDA

Gostamos de São Paulo assim.

[foto Alberto Villas]

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MEMÓRIA

De repente, um poster raro do Festival de Woodstock. 1969

 

OLHA SÓ!

É O FRIO!

No estado de Minnesota, o frio é tanto que as calças jeans são capaz de ficar de pé. Sem pessoas dentro.

[foto Reuters]

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AMADO, CRAVO E CANELA

A revista italiana Il Venerdì publica uma matéria de duas páginas questionando porque o escritor baiano Jorge Amado não é mais tão amado. E fala da excelente biografia escrita por Joselia Aguiar e publicada no Brasil pela Todavia.

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KISS

Ilustração do palhaço americano, publicada pela New Yorker.

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EU NÃO TENHO ONDE MORAR

O assunto do P’tit Libé, o jornal do Libération para menores de 18 anos, é sobre as pessoas que não moram dignamente e, muitas vezes não tem sequer um teto para morar.

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VERDE QUE TE QUERO VERDE

A onda vegana na capa da revista de fim de semana do jornal espanhol El País.

OLHA SÓ!

IMAGEM

Bela foto publicada na primeira página do jornal português Público.

[foto Daniel Rocha]

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BOCA A BOCA

A capa da semanal inglesa New Scientist.

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VISÕES

Enquanto a semanal portuguesa Visão anuncia na capa a chegada dos franceses, a outra semanal, Sábado, destaca a volta do portugueses ao país

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OLHA O TREM!

Os vagões passam pelos trilhos na cidade costeira inglesa de Dawlish, tomando um banho de mar

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GUERRA LITERÁRIA

Os antigos donos do tablóide semanal de literatura La Nouvelle Quinzaine Littéraire, publicado desde 1966, não querem mais que os novos proprietários usem o nome original do jornal. Por isso, a partir desta quinzena, ele passou a se chamar Quinzaines.

OUTROS PAPOS

VAMOS COMER POESIA

Leonard Cohen é sempre leitura recomendada.

[do Página 12]

https://www.pagina12.com.ar/170856-el-comandante-cohen

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BELEZA PURA

Lindo o caderno Sport & Santé, encartado no Le Monde.

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O IDIOTA SEM CABEÇA

A capa da revista Bloomberg Business.

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ENVIADA ESPECIAL

O jornal Le Monde mandou a repórter Claire Gatinois a Abadiânia, em Goiás, para fazer a melhor matéria sobre João de Deus, que a imprensa brasileira praticamente esqueceu.

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É O BICHO!

Esqueleto de peixe da espécie Zenopsis, exposto em Kuala Lumpur. As cores foram adicionadas por produtos químicos.

[foto AFP]

 

 

OUTROS PAPOS

O PEQUENO PRÍNCIPE

Cansado de assistir as festividades em honra de Devota, o santo padroeiro do Principado de Mônaco, o pequeno Jacques tapou os olhos.

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A CAPA

Jennifer Lopez na capa da revista britânica Harper’s Bazaar.

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É O BICHO!

Insetos, o alimento do futuro, na capa do suplemento Science & Médicine do jornal Le Monde.

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LET IT BE

A arte de fazer uma capa. Revista espanhola Papel.

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UMA TAÇA SOBRE A MESA

São Paulo, 2019

[foto Alberto Villas]

OUTROS PAPOS

QUE TAL NÓS DOIS? Enquanto isso, na cidade de Hangzhou, na China, hóspedes de um hotel maneiro, tomam banho acompanhados de frutas e legumes, preparando-se para o Festival da Primavera.

[foto AFP]

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A PRIMAVERA DESABROCHANDO. A arte, sempre impecável, da semanal The New Yorker.

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PAUTA. O jornalismo de verdade estampa, na capa, assuntos assim.

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ARTE. Ilustração publicada na New Yorker.

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CINEMA. O assunto de capa da revista espanhola Metropoli é o filme The Old Man & The Gun.

OUTROS PAPOS

CACHORRO QUENTE. Com uma temperatura de 47 graus em Louth, esse cachorro australiano não pensou duas vezes. Enfiou a cara num buraco cheio d’água pra esfriar um pouco a cabeça.

[foto Getty Images]

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CABEÇA E CÉREBRO. Os italianos têm sorte de ter a Mind, uma revista mensal de ciências superbacana.

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JORNALISMO CRIATIVO. O francês Libération pediu a 30 grandes escritores para escrever algumas linhas sobre “a Europa em perigo”.

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NOSSOS COMERCIAIS. Anúncio da Max Mara publicado no jornal italiano La Repubblica.

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ENVIADOS ESPECIAIS. A revista de fim de semana do jornal espanhol El País enviou dois repórteres a Caracas para mostrar como estão vivendo os venezuelanos nesses tempos de crise.

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RETROVISOR. Eis uma Sony 8-301W, televisão lançada em 1961.

OUTROS PAPOS

Pautas sempre atuais, modernas, comportamentais. Na revista espanhola Papel.

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Agora temos a revista Manchete digitalizada, do número 1 ao número 2.000, página por página e com a opção de pesquisa. Uma boa notícia. Link:

http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=004120

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A foto foi feita por um drone, em Pyeongchcang, na Coréia o Sul. A informação é de que se trata da vista aérea de um festival de trutas. Se você conseguir decifrar, cartas para este blog.

[foto Jeon Hoen-Kyun/EPA-EFE REX]

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De todos os jornais internacionais que consultei, o italiano Il Manifesto foi o único que estampou em sua manchete a palavra golpe no noticiário sobre a Venezuela.

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Capa bacana a da revista do Washington Post.

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O gato preto cruzou a estrada

Belo Horizonte, 2019

[foto Alberto Villas]

 

 

OUTROS PAPOS

O Libération chegou hoje cedo às bancas da França sem fotografias. Todo ele ilustrado por quadrinistas. Criatividade é isso.

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Memória. A banda Kiss, em 1974.

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O desaparecimento do craque argentino Emiliano Sala, na capa do diário esportivo Olé.

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Enquanto isso, no Nepal, uma jovem se diverte provando o gosto da neve.

[foto Reuters]

 

OUTROS PAPOS

Um jogo de luz bem no momento em que os tenistas Milos Raonic, canadense, jogava com Pierre-Hugues Herbert, francês, no Aberto da Austrália, em Melbourne.

[foto Getty Images]

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Pergunto; Quando uma revista semanal de informação brasileira vai colocar a poesia na capa?

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Fine, a versão italiana do livro Fim, de Fernanda Torres, está à venda em todas as bancas da Itália.

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Desde que virou revista, The Guardian Weekly tem publicado umas capas bem bacanas.

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Telefone Público, Havana, 2013

[foto Alberto Villas]

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Revistas especiais são sempre benvindas por aqui.

 

 

MINHA TERRA

Voltar a terra onde nasci e vivi meus primeiros 22 anos. Devia vir mais aqui, mas venho pouco. Oito horas de estrada nos separam há muitos anos. Tenho noticias quase todos os dias no grupo dos irmãos, mas notícias frescas só quando venho aqui. Depois de muita estrada e as montanhas em volta, cheguei aqui. De noite, já escuro. Vi pouco da cidade, suas luzes, seus pequenos engarrafamentos, seus táxis brancos com a inscrição na porta: BH Cidade Surpreendente. Hoje vou sair, rever meus cantos, o bairro do Carmo, a Savassi, a Praça da Liberdade, o CCBB, o Palácio das Artes, o Mercado Central. São coisas que mexem com o meu coração, minha memória, tão cantada nas crônicas semanais que escrevo pra Carta Capital. O que vou ver hoje? Amanhã eu conto.

OUTROS PAPOS

Um operário finaliza o topo da réplica da Torre Eiffel que está sendo construída na cidade de Nova Delhi, na Índia.

[foto AFP]

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A capa, sempre deslumbrante, da New Yorker da semana.

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Memória. Califórnia, 1960

[foto Historyinpix]

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Leitura recomendada:

https://www.pagina12.com.ar/168283-mas-que-tabla-de-salvacion-chaleco-de-plomo

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Uma leitura indispensável.

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A melhor definição para a polêmica do Brexit está na capa do jornal português Público desta terça-feira.

 

OUTROS PAPOS

Leitura recomendada:

https://www.elmundo.es/papel/historias/2019/01/05/5c2f91a8fc6c834e478b45dc.html

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O jornal infantil Le P’tit Libé, do Libération, ensina essa semana aos seus pequenos leitores, o que é homofobia.

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Uma grande reportagem sobre as mega cidades no mundo, assunto de capa do Guardian Weekly

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O presidente norte-americano, Donald Trump, transformou-se no homem mais caricaturizado do mundo. Acima, ele na pena de João Fazenda, para a New Yorker

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A Opéra National de Paris está comemorando este ano os seus 350 anos. Não é pouco

JÁ VAI?

O caderno L’Époque, do jornal Le Monde, publicou neste fim de semana uma matéria de capa muito atual e interessante. Ela mostra que, apesar do avanço da tecnologia, das novas invenções que são pensadas para o homem ganhar tempo, os empregados ficam, cada vez mais, no seu local de trabalho. Pessoas assinam contrato de sete horas de trabalho e costuma trabalhar (ou ficar no local de trabalho), nove, dez horas. A competitividade entre os colegas de trabalho e o medo de perder o emprego são as causas principais dessa paranóia. Curiosamente, um livro foi chamado Trabalhar duas horas por dia, foi relançado na França neste início de ano e mostra que se fosse para produzir estritamente o necessário, o homem não precisava trabalhar mais que duas horas por dia.

[AV]

OUTRO PAPO

Na manchete principal do jornal venezuelano El Nacional: “Maduro toma posse com forte rejeição nacional”

(foto Reprodução)

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Muhammed Ali, em 1972

[via Historyinpix]

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Como ganhar dinheiro no trabalho, capa da New Scientist.

[foto Reprodução]

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Na Venerdì, a revista de fim de semana do jornal italiano La Repubblica: “Nasce uma estrela e ela se chama Pepe Mujica”. O filme 12 Dias está sendo recebido com aplausos na Itália.

[foto Reprodução]

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Um gato se diverte na neve nos Alpes Austríacos porque está frio pra cachorro.

[foto AFP/APA]

 

OUTRAS NOTÍCIAS

No Ceará e na primeira página do jornal português Diário de Notícias.

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O jornal italiano La Repubblica mostra ao mundo que o novo presidente do Brasil é um ignorante em economia.

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O número 10 da revista francesa Long Cours é uma aula de jornalismo.

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Enquanto o presidente do Brasil revela ao mundo que é um ignorante em economia, o recenseador do zoológico de Londres, ensina matemática aos miquinhos amestrados.

[foto Reprodução]

A MORTE ANUNCIADA

Fico imaginando com os meus botões, o quão deve ter sido tensa as reuniões da cúpula da TV Globo, para tirar do ar um programa de 35 anos. A Globo não gosta de reconhecer fracassos. O Vídeo Show vinha respirando por aparelhos há muito tempo. O programa diário que servia para promover produtos internos virou, nos últimos anos, um verdadeiro Frankstein, de tantos remendos. Na verdade, tentativas de tirá-lo da UTI. Produtos novos que não emplacam é mais fácil de tirar do ar. Basta dizer que “terminou a temporada”. Mas, no caso do Vídeo Show, seria difícil dizer que acabou a primeira temporada de 35 anos. O mundo mudou, os tempos mudaram e a poderosa Globo não está dando conta de acompanhar. Pode parecer que a notícia do fim do programa vespertino da Globo não tenha sido uma surpresa mas, com certeza, a emissora ainda sonhava em voltar com o Vídeo Show para o primeiro lugar no Ibope. Em novembro, passou o bastão para Mariano Boni, que saiu do jornalismo para cuidar do entretenimento. Boni, o Mariano, certamente pensou com os seus botões que não havia mais saída para o programa. Imagino que não deve ser fácil para um profissional receber a missão de salvar um programa e, um mês depois, chegar à conclusão de que ele não tem salvação. Com a velocidade estonteante que o mundo anda, produtos envelhecem. O Fantástico é um bom exemplo. Está ali no ar desde 1973 mas hoje é apenas uma sombra do que foi o chamado show da vida. Ainda consegue chegar aos 20 pontos no Ibope (outrora já dera 45) porque não há outra alternativa na TV para um cansado domingo à noite. Na mesma semana que a Globo anuncia o fim do Vídeo Show, o Bom dia Brasil também entra na fila de espera para cair fora, como todos os telejornais que, na verdade, noticiam todos os dias, pelo menos oitenta por cento do que todo mundo já sabia. O desafio é enfrentar o bombardeio de notícias que as pessoas recebem diariamente no carro, no ônibus, no metrô, correndo no parque ou até mesmo debaixo do chuveiro. A notícia na televisão está morrendo de velha. Voltando ao Vídeo Show, a Globo vai perder, a partir de sexta-feira, sua vitrine. Uma vitrine que já estava com o vidro embaçado há anos. O mais triste de tudo é que quem perceber que não tem mais Vídeo Show, vai mudar de canal e encontrar um mundo cão policialesco, uma novela mexicana requentada ou uma fofoca atrás da outra. Como diria Miguel Falabella, antigo apresentador do programa que será enterrado depois de amanhã: Fiquem com Deus!

[AV]