O SOL DE SEGUNDA-FEIRA

Grande confusão no meio de campo

Em pleno 2021, o feminicídio continua ativo, por incrível que pareça

Ponte para o passado

João Montanaro na página A2

Cartão vermelho!

A luta do metrô de São Paulo contra o vírus. Mas ainda tem gente que anda com a máscara no queixo (no segundo plano).

Vírus, enchente e ataques. É preciso benzer Manaus!

Nem precisou de VAR

O Peru, ainda sem o resultado final

A educação brasileira afundando a cada dia

A sala do Reserva Cultural, em São Paulo, abriu. Para duas pessoas…

Pobre Manaus!

A Bolsa alemã decola e trás euforia

Na capa da revista mensal espanhola Cambio16, voltamos ao ninho

Malala superstar!

A atriz Frances McDormand na capa da italiana Linus

Escândalo! A hora e a vez do juiz Bretas na capa da Veja

A Piauí e suas capas criativas, chegando às bancas

Tem mais de um ano que acordo pontualmente às cinco horas da manhã, quando o celular apita. É a partir das cinco que coloco minha vida em ordem. Leio, escrevo e vejo o dia nascer feliz.

Tem mais de um ano que dou bom dia a Julia Duailibi e ao Otávio Guedes às seis horas em ponto, na GloboNews.

Tem mais de um ano que rego religiosamente a pequena horta na varanda do meu apartamento, na maior cidade da América do Sul. Fofo a terra, recolho as folhas secas.

Tem mais de um ano que ando de meias em casa, que leio mais de um livro por semana, que tento arrumar a minha biblioteca por autor, que tento finalizar o livro O ano em que você nasceu, que escrevo uma crônica semanal para a Carta Capital, finalizo toda quinta-feira.

Tem mais de um ano que ouço falar diariamente em coronavírus, coronavac, comorbidade, Pfizer, leitos de UTI, hospitais de campanha, cemitérios, primeira dose, segunda dose, flexibilização, pandemia, Jansen, IFA, infectologista, Sputnik, álcool em gel, higienização, protocolo, ciência, água e sabão.

Tem mais de um ano que olho a vida lá fora pela janela, o dia nascendo, correndo, escurecendo, sumindo.

Tem mais de um ano que não beijo as amigas, não abraço os amigos, não amasso meu neto, não calço sapatos, não coloco o relógio no pulso, não entro num ônibus, não provo abacaxi na feira, não ponho as mãos no corrimão, não passo as páginas das revistas molhando a ponta do dedo com saliva.

Tem mais de um ano que espero a estreia do filme Marighella, que penso em fazer um cuscus marroquino pro Fernando Morais e mais vinte amigos.

Tem mais de um ano que não vou ao Mil Plantas comprar mudas de tomate cereja, que não vejo o mar de Havana, as montanhas de Minas, as flores do jardim da casa do meu irmão.

Tem mais de um ano que não ouço uma música do caralho do Júpiter Apple, um rock do Alice Cooper, um jazz do Dave Brubeck, uma loucura do Ígor Stravinsky.

Tem mais de um ano que não vejo o meu afilhado, a minha comadre, que discuto jornalismo com o meu compadre, que respiro aliviado.

[Crônica publicada pelo site da revista Carta Capital]

cartacapital.com.br

Dá uma tristeza imensa ver os últimos dias de Dilma no Palácio da Alvorada. Quem ainda tem coragem de dizer que não foi golpe? Sem querer dar spoiler, a imagem do urubu que entrou no palácio logo após a saída da presidenta, é histórica.

Aquela conversa de que a revista Época seria incorporada no jornal O Globo, resultou em apenas duas matérias nas edições de sábado e domingo do jornal.

O jornal italiano La Repubblica saiu sábado com uma sobrecapa, saudando a Amazônia do fotógrafo Sebastião Salgado

Grande estréia do escritor cearense Stênio Gardel. Leitura altamente recomendável.

NOTA 10

Para a transmissão da Bandeirantes do Grande Prêmio do Azerbaijão

No cardápio da revista online Gama desta semana. Para ler, acesse gamarevista.





 

Duas revistas do fim de semana, Il Venerdì (La Repubblica) e Ela (O Globo) com um assunto bem da atualidade na capa. Venerdì trás mais conteúdo. Ela gosta de fazer um ensaio de moda.