O SOL DE TERÇA-FEIRA

Se há uma coisa que não falta no governo Bolsonaro é vaga para manobristas

Quem não se lembra? Caia ministros feito viaduto…

Uma forma de agradecimento, não é mesmo?

Um grande passo para a humanidade

Na foto em destaque na primeira página, as falências no bairro paulistano. Mas não é apenas a Vila Madalena, o desmonte é no Brasil inteiro

A grande Laerte na página A2

Tá na moda dizer o governo cede. É todo dia!

Ao contrário do que diz a propaganda do governo na televisão

Na foto em destaque na primeira página: Brasil e índia: Tamo junto!

Também está na moda: empresários pressionam

Rio e também posso chorar (Jards Macalé)

Na foto em destaque na primeira página, um retrato da educação no Brasil

Na primeira página do Süddeutsche Zeitung, a chanceler alemã Angela Merkel participa de uma missa em memória dos mortos pela Covid 19, na Igreja Memorial Kaiser Wilhelm II, um edifício histórico em Berlim, parcialmente destruído durante a Segunda Guerra Mundial

Rebuilding, por Bruce McCall

Nas bancas da Itália

O número especial de primavera da New York Review of Books

O líder indigena Ailton Krenak só disse coisas importantes no Roda Viva da noite de segunda-feira (19). Mas as perguntas eram longas demais, deixando o programa meio arrastado. Mas sempre vale a pena ouví-lo.

Deu na coluna da Patricia Kogut, no Globo. Faltou dizer que o que chamaram de “pãozinho fresco”, estava dormido, parecia uma borracha, com sono ainda.

Onde andará aquela moça que estendeu uma faixa na Avenida Paulista com os dizeres: Dilma, quero ir pra Disney de novo!

Depois de espalhar a fake news pelas redes sociais e ver a repercussão, a apresentadora Leda Nagle pediu desculpas. Você desculpa?





Dê uma olhada nas tarjas do programa Pingos nos Is, da Rádio Jovem Pan…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O SOL DE SEGUNDA-FEIRA

 

Uma bomba está para estourar

A propaganda na televisão diz o contrário. As emissoras não deveriam ter aceito o anúncio e convocado o Conar. É propaganda enganosa.

Vai começar por Pazuello e esperamos não terminar em pizza

Nas duas fotos em destaque na primeira página, enquanto os brasileiros rezam, os ingleses torcem

Vamos morrer mais cedo

Lembram daquela moça segurando uma placa com os dizeres: Dilma, quero de volta o meu dólar a 2.40?

A saudade mata a gente, morena!

“Não se morre mais, cambada!” (Tom Zé, em “Sabor de Burrice”, de 1968)

Salve-se quem puder!

Tucanos em polvorosa com a possibilidade de Bolsonaro-Lula no segundo turno

Fazendo girar a economia

Ninguém segura o Brasil!

Os Arrependidos e O Presidente, dois vencedores

PARA LER:

https://drogariasantoremedio.com.br/medicamento-a-base-de-canabidiol/

Lula é gato escaldado, Pedro Bial. Ele nunca se esqueceu de que aquele debate entre ele e o Fernando Collor foi editado na emissora onde você trabalha.

O mundo pegando fogo na capa da Time

M, a revista do fim de semana do Le Monde comemorou o número 500 com uma capa em branco, sugerindo a seus leitores que criassem uma capa. O SOL sugeriu a capa à direita e recebeu uma resposta com elogios.

O assunto de capa da revista Época mostra que o jogo do bicho no Rio continua sendo um negócio de família, enquanto a Isto É mostra o presidente Bolsonaro com cara de palhaço e pinta de palhaço.

A Placar deste mês é um guia mais do que completo da Libertadores 2021

A Fórmula 1 transferiu-se para a TV Bandeirantes e manteve o nível do padrão global, só que melhor sem Galvão Bueno. A Band consguiu 5,5 pontos no Ibope, ficando 45 minutos não consecutivos em segundo lugar.

NOTA 10 para a reportagem de Estevan Muniz, em Ribeirão Pires, interior de São Paulo sobre a foto premiada pela World Press. Quem não viu, vale a pena ver e quem viu, vale a pena ver de novo. Aquele abraço, Estevan!

A comentarista de economia da GloboNews, Juliana Rosa, ficou bons minutos no ar pagando mico enquanto a tarja exibia que o TCU absorvia o ex-presidente Lula

O publicitário Washington Olivetto, radicado em Londres há quatro anos, lança nesta segunda-feira o podcast semanal W/Cast no Spotify, Deezer e Apple Records, onde vai contar histórias e mais histórias sobre publicidade.

O Instituto Moreira Sales colocou no ar uma preciosidade: 25 músicas do humorista Chico Anísio, morto em 2012. Vale apenas conferir.

PARA ESCUTAR:

https://discografiabrasileira.com.br/posts/243950/chico-anysio-noventao-centenas-de-personagens-e-de-musicas.

Ele trabalhava num blog quando tudo começou. O Jornal Nacional passou a mostrar, toda noite, o mapa com o número de mortes e infectados. Quando o Marcio Gomes aparecia dava um frio na barriga. Assustadas, as firmas começaram a aconselhar seus funcionários a trabalhar de casa, que aqui, onde se fala português, chamam de home office.

PARA CONTINUAR LENDO:

https://www.cartacapital.com.br/opiniao/home-office-doce-home-office/.

Na lista dos 10 livros mais vendidos da semana da revista Veja, apenas um de autor brasileiro: Torto Arado, de Itamar Vieira Junior

Na capa do Libération do fim de semana, jogadores noruegueses começam um movimento para boicotar a Copa do Mundo de Futebol do Qatar, por desrespeito aos direitos humanos


Foto em destaque na primeira página da Edição de O Globo de domingo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O SOL DO FIM DE SEMANA

Dez anos depois de deixar a presidência da República, Lula ainda é manchete principal dos três maiores jornais do país

Bolsonaro piora a situação e aumenta a desigualdade

Assim que funciona em ditaduras

É mais uma vitória da repórter Patricia Campos Mello contra aqueles que só abrem a boca para dizer bobagem

O mundo inteiro está vendo assim

As fotos de Lalo de Almeida são realmente impressionantes e mereciam o World Press Photo

Lula lá na manchete principal

Parece milagre

Bye Bye Lava Jato!

Uma boa notícia

Na galeria de fotos da primeira página, um assunto que foi capa do SOL num dos seus primeiros números: O país da máscara no queixo

Depois de anos de massacre, Chico Caruso faz um trocadilho com Dilma. Os jornais esconderam a absolvição da ex-presidenta Dilma Rousseff 

Matéria de página inteira no Le Monde afirma que a proibição dos voos para o Brasil ainda é pouco pelo que está acontecendo em nosso país

A capa da semanal inglesa que começa a circular hoje

Na capa da Carta Capital, o general que não é flor que se cheire

Quem diria, não é mesmo Veja?

Pedro Bial disse no programa Manhattan Conection que só entrevistaria o ex-presidente Lula com um detector de mentiras. O crítico de TV, Mauricio Stycer, da Folha, chamou-o de grosseiro e, na redes sociais, o apresentador do Conversa com Bial foi bombardeado. Veja:

Uma boa estréia no GNT, na noite de ontem. Bem Juntinhos, com Rodrigo Hilbert e Fernanda Lima, é um programa divertido, bem produzido, inteligente e acertou em cheio no primeiro tema, o casamento. Os convidados Claudia Raia e Dudu Bertholini enriqueceram o papo. Nota 10.

Já perceberam a quantidade de novelas da Globo no início da noite que tem um caipira que conversa com bicho?

Média da audiência na quarta-feira (14/04)

As enquetes do programa Pingos nos Is, da Rádio Jovem Pan, continuam uma piada

O SOL se divertiu ao ver o episódio Doente de Brasil do Porta dos Fundos.

O que está por vir em 2021, em 20 pontos da revista “The Economist”. Com um viés de quem já está saindo da crise.

1 – Os humanos querem se socializar novamente, mas o trabalho remoto basicamente permanecerá o mesmo. Vamos continuar a trabalhar online a partir de nossas casas cada vez mais adaptadas e com reuniões em lugares diferentes todos os meses para socializar e conectar.

2 – Escritórios vão fechar com uma porcentagem muito alta e esse modelo retrógrado será tomado por tecnologias disruptivas. A cada dia teremos mais assistentes digitais para trabalhar de forma eficiente. As grandes corporações serão sempre lembradas como os enormes mamutes de 1980-2020 em extinção

3 – Os hotéis de trabalho desaparecem em pelo menos 50%. Viagens, congressos ou reuniões de trabalho nunca voltam a ser como eram, se puderem ser feitos online. O turismo de trabalho praticamente desaparece. As chamadas se tornam chamadas de vídeo.

4 – As casas tornam-se mais tecnológicas e adaptadas ao trabalho diário. Muitas empresas se dedicarão a resolver as necessidades de trabalhar em casa. Hoje você pode morar fora de uma cidade grande, trabalhar da mesma forma e gerar o mesmo valor.

5 – A produtividade não depende mais de um chefe que te vê, agora é por meio de plataformas que te ajudam a medir resultados, KPIs e tempos eficientes. A forma de contratação de pessoal é repensada. Contratar os melhores do mundo hoje é mais fácil, barato e eficiente. Não haverá diferença entre contratar pessoal local e estrangeiro. Hoje somos todos globais.

6 – Tudo o que é repetitivo torna-se virtual e em regime de assinatura. Igrejas, arte, academias, cinemas, entretenimento. Poucos lugares podem manter estruturas físicas como antigamente.

7 – Empresas que não investem pelo menos 10% em novas tecnologias irão desaparecer. A empresa tradicional chegou ao fim em 2020. Resta esperar sua morte final. Uma empresa de tecnologia, fresca e nova hoje, pode substituir outra que tem feito o mesmo nos últimos 50 anos.

8 – O turismo para entretenimento retorna plenamente fortalecido no segundo semestre de 2021, sempre acompanhado de muita tecnologia na sua operação, desde a compra, a operação e as experiências a serem recebidas. As pessoas apreciam mais do que nunca visitar o natural mas com soluções altamente tecnológicas. Locais mais remotos, experiências mais autênticas suportadas com assistência digital 24 horas por dia, 7 dias por semana.

9 – O tratamento de dados pessoais torna-se mais delicado e as grandes plataformas vão mudar. As pessoas voltam a pagar assinaturas devido ao senso de transparência que isso envolve. Eles preferem pagar a doar seus dados. As grandes marcas hoje valem sua credibilidade. Tudo pode ser copiado ou replicado, exceto prestígio.

10 – A força de trabalho será drasticamente reduzida e muitas operações simples serão fornecidas por IA. Em 2024, a IA já lidará com operações complicadas em milhões de locais. Uma grande temporada global de demissões está chegando. O desemprego ocorre por motivos multifatoriais e não apenas por causa da crise econômica.

11 – A educação nunca mais será igual. Cada um pode estudar o que precisar. Estudar offline e online será normal. Escolas e universidades são transformadas em um esquema híbrido para sempre. Serão aceitos candidatos sem formação universitária para cargos de menor importância, que tenham a experiência necessária.

12 – O sistema médico será adaptado com tecnologia remota para sempre. Uma consulta médica por teleconferência será normal. A vacina da COVID é muito rápida, mas você encontrará grandes desafios ao longo do caminho. Grandes hospitais repensam seu funcionamento devido às crises econômicas que sofreram com a Covid 19. As pessoas ficam menos doentes com vírus, bactérias e doenças devido ao manuseio inadequado dos alimentos, graças à limpeza recorrente do indivíduo comum.

13 – A economia pessoal se contrai, novas formas de gerar transações comerciais são utilizadas e as pessoas economizam mais. Uma alta porcentagem dos gastos da família vai para atividades que antes não tinham demanda e vice-versa. A compra de itens como roupas elegantes é substituída por roupas casuais.

14 – E-commerce continua a crescer, players como Facebook, Tik-Tok e YouTube entram para competir com a Amazon. Fechamento de 50% das lojas físicas globais. As lojas sobrevivem graças ao fato de serem experiências e showrooms, mas o comércio real no final de 2024 será maior online do que presencial em muitas áreas. Os grandes shoppings ficarão presos no tempo. Poucos sobreviverão a longo prazo.

15 – Mudanças climáticas serão um tópico muito discutido e apoiado. As grandes indústrias continuarão a se transformar com apoio da IA. A adoção da bicicleta como principal meio de transporte continuará crescendo graças à transformação das cidades. Vamos passar da questão Covid para a Mudança Climática como a questão principal.

16 – Novos modelos de informações e notícias por assinatura com mais transparência ajudarão a disponibilizar conteúdo sem tantas fake news. Credibilidade e transparência serão a pedra angular de todas as empresas. As pessoas estão cansadas de tanta informação e preferem interagir com alguns seletos provedores de informação.

17 – A saúde mental torna-se um tema recorrente. Grandes plataformas ajudam as pessoas a enfrentar as situações de agressividade, solidão e angústia que vivenciaram durante o isolamento. Há muito a repensar. As crises de liderança nas empresas serão mais comuns a cada dia.

18 – Os grandes problemas como educação, saúde, energia, segurança, política, destruição da classe média, ganham destaque. Grande capital é investido para fazer o bem, enquanto os problemas globais são resolvidos. Empreendedorismo social no seu melhor, com resultados financeiros muito substanciais.

19 – Tudo vai para o natural e saudável. Alimentos, experiências e forma de interação. 100% natural, produzir a própria comida, meditar e se exercitar, passa a fazer parte do dia a dia. Ser mais saudável é o “novo luxo”. Produtos suntuosos perdem valor e justificativa. A reciclagem está voltando muito mais forte depois de um ano de desperdício incontrolável, agora com grandes tecnologias que realmente resolvem os problemas gerados no passado.

20 – O mundo está vendo este ano como um novo começo. Um renascimento. As pessoas vão repensar seus objetivos pessoais, de trabalho, saúde, dinheiro e espirituais. Grandes oportunidades estão surgindo para satisfazer todos esses requisitos e mudanças de pensamento. Acumular, consumir e viver pelo material vai para o lado negativo. A inovação, a tecnologia, o pensamento natural e lateral são a base da nova realidade. Todos estão a tempo de encontrar novos caminhos. Você apenas tem que encontrar as novas rotas pessoais ou comerciais.

Tito Guedes foi atrás das críticas ao cantor e a obra de Roberto Carlos e reuniu tudo numa tese de graduação que virou livro

Estamos ouvindo McCartney III Imagined, o último disco do beatle, agora revisitado. E ouvindo também a sinfonia amazônica composta por Jean-Michel Jarre.

O novo carrinho da Citroën é elétrico, não exige carteira de motorista para dirigir e pode ser pilotado por quem tem mais de 14 anos.

Colocando uma ao lado da outra, quatro revistas da Editora Globo de abril formam um único painel que destaca uma temática do meio ambiente.

 

 

 

 

 

 

 

 

O SOL DE QUINTA-FEIRA

Confirmadíssimo: vem aí a CPI da Covid

Trata-se da vacina inventada pelo presidente Jair Bolsonaro

O jornal Le Monde tinha razão: a Lava Jato virou uma vergonha nacional

Salles, na boiada já foi boi

Pode esperar sentado

São Paulo precisa de ar puro, em todos os sentidos

Fuera Bolsonaro!

Resumindo: ou dá ou desce!

Pazuello está em maus lençóis

O que já foi manchetona de primeira página, hoje é apenas uma chamadinha de quatro linhas

Resumindo: vamos mudar de assunto

Protestos contra o racismo importam

A monumental Enciclopédia Negra ganha uma página no Caderno 2

Quem tem fome tem pressa

Só entra em Niterói quem está sem febre

O jornal Le Monde escancara na primeira página os 100 mil mortos na França

Na capa da revista semanal francesa Télérama: Pobreza! Como desaparecer com ela

As semanais inglesas que começam a circular hoje

Lana Del Rey na capa da Rolling Stone alemã

M, a revista do final de semana do Monde chega amanhã ao seu número 500 e pediu a seus leitores sugestões de capa para uma exposição em Paris. O SOL mandou a sua.

 

 

 

 

O SOL DE QUARTA-FEIRA

Vem aí uma dor de cabeça daquelas para o inquilino do Palácio da Alvorada

Como era gostoso o meu francês

Guilherme Boulos pelo PSOL e Fernando Haddad pelo PT, não vai dar certo

Pelo menos o título é engraçado

Na foto em destaque na primeira página, protestos contra o racismo norte-americano que parece não ter fim

Vem aí as Olimpíadas do fim do mundo

Só ricos lêem é mais uma aberração que saiu da cabeça do ministro da Economia

Um número que surge depois da morte do menino Henry Borel

Lembrando que este é um país onde nem o vencedor da Mega Sena da Virada foi buscar o prêmio

Na foto em destaque na primeira página, a história de uma empresa

O presidente do Senado fez um puxadinho na CPI da Covid

É assustador pensar que está morrendo mais brasileiros do que nascendo

Mais vale uma vacina no braço do que duas caixas voando. A foto em destaque na primeira página.

Na capa do Segundo Caderno: são muitas emoções…

Na manchete principal no site do jornal Libération, a proibição dos vôos Brasil-França

O jornal cubano comemorou os 60 anos do homem no espaço com uma foto do comandante Fidel Castro abraçando o cosmonauta Yuri Gagarin

Neymar, uma estrela misteriosa na capa da revista France Football

O site Notícias da TV insiste no fracasso do Ibope da Globo. Veja abaixo a comparação do Ibope do último capítulo de Amor de Mãe (28.2 pontos) com as outras novelas exibidas no mesmo dia, sexta-feira passada.

Em cinco episódios, a repórter Sônia Bridi mostra a obsessão e o fanatismo de Bolsonaro por armas

A revista Glamour comemora 9 anos de vida com Larissa Manoela na capa

Em duas legendas, a Folha de S.Paulo fala em “filha da fotógrafa”, mas não diz o nome da fotógrafa

A Capa é um jornal que não tem jornal, só a capa

O cartaz num sebo, desconstruindo o pensamento de Guedes

O SOL gostou de ver Denize Goulart, filha de Jango, tomando a primeira dose da vacina contra o coronavírus. Ao lado, em outros tempos, o presidente deposto por um golpe militar, dá uma de Zé Gotinha  e vacina a pequena Denize.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O SOL DE SEGUNDA-FEIRA

Resumindo: o otimismo do novo ministro da Saúde vai sumindo

E pior no Brasil

Este é apenas um dos escândalos que a CPI da Covid vai esclarecer

O Brasil voltando aos tempos do fogão a lenha

A Folha crava que ninguém sabe quem ganhou as eleições presidenciais no Equador

Não podíamos perder a piada: na foto em destaque na primeira página, o Brasil no fundo do poço

Benett, na página A2

Resumindo: o Brasil enfrenta todo tipo de problema

Tipo se eu cair, levo governadores e prefeitos comigo

Uma descoberta importante

Na foto em destaque na primeira página, aquela história: todos os brasileiros só irão usar máscara quando tiver um radar na esquina multando. Como foi com o cinto de segurança

Medo medo medo

O Globo aposta na eleição do candidato de centro-direita

Na foto em destaque na primeira página, o campeão da Supercopa

Dentistas na linha de frente

Quem bater os olhos nas capas da Veja e da Isto É nas bancas, vai pensar que o assunto é o mesmo, a morte do menino Henry Borel. Mas não, a capa da Isto É é sobre as crianças e a pandemia.

Em abril de 1970, a revista Veja estampou na capa o mesmo assunto da revista Época desta semana, a relação dos militares com o poder. Só que em 1970, vivíamos uma ditadura brava.

Angola na capa da revista semanal de informação portuguesa Visão e o Congo na capa do Aliás, suplemento de fim de semana do jornal italiano Il Manifesto

Só deu o príncipe Philip nas capas dos jornais britânicos

Vale Tudo, Avenida Brasil e agora Amor de Mãe. Três novelas exibidas pela Globo que serão sempre lembradas. Amor de Mãe terminou na sexta-feira (9), deixando algumas referências: uma novela com um pé na esquerda, onde o quesito ecologia foi defendido como a esquerda defende. Uma fotografia com o pé no cinema, mais realista do que aquelas cenas de pessoas bem vestidas com um copo de uísque na mão, em outras novelas. A visita de Lurdes e Danilo (Domenico) a Telma no hospital, à beira da morte, foi uma lição que deixou claro o que é amor de mãe.

Depois de anos e anos recitando um diálogo falso e ensaiado, o Jornal Nacional rompeu com aquelas perguntinhas: Vai chover no Nordeste? Aí, a apresentadora clicava na tela e já aparecia as imagens da chuva no Nordeste, como num passe de mágica. Agora, Willian Bonner diz para Ana Lottermann: Fala pra gente sobre a chuva no Nordeste. Ficou bem melhor.

PARA LER, acesse gamarevista.

 

O Google não sabe a diferença entre Roberto e Erasmo Carlos. Você clica em Roberto Carlos e aparece uma foto do Erasmo.

Desde pequeno ele tinha medo. Medo do escuro, talvez fruto da superstição da sua mãe que o deixou, do dia 3 de agosto até 13 de setembro, dormindo com uma luz acesa, porque era perigoso criança sem batismo dormir no escuro. Acostumou com a claridade e quando vinha a escuridão, um certo pânico.

PARA CONTINUAR LENDO

https://www.cartacapital.com.br/opiniao/nao-podemos-ter-tempo-de-temer-a-morte/.