O PRIMEIRO SOL DO ANO NOVO

Estamos ainda no primeiro dia do ano. Uma manchete para ler e guardar.

Mesmo assim foi reeleito pelos paulistanos

A primeira notícia negativa do ano para os paulistas, vinda do governo de João Doria

Resumindo: o perigo já está morando ao nosso lado

Na foto em destaque na primeira página, o isolamento social dos idosos. Literalmente.

Na segunda foto em destaque, as comemorações com a chegada de um novo ano no palco onde a pandemia começou

O cartum de Claudio Mor, na página A2

Feliz 2031!

Os novos e velhos prefeitos com um problemão pela frente

Na foto em destaque na primeira página, um réveillon no litoral paulista que não se via há décadas

Perguntamos: qual é o projeto do governo para diminuir a pobreza?

Cepa: mais uma palavra para o Pequeno Dicionário da Pandemia

Lembrando que o ministro da Saúde é um especialista em logística

Na foto em destaque na primeira página, uma cena raríssima: Copacabana sem fogos pipocando no céu da Cidade Maravilhosa na primeira edição do ano de O Globo

O segundo número da nova revista Elle continua esbanjando luxo. Com quatro capas diferentes, destacamos a entrevista com Patti Smith, uma das capas, uma das musas da literatura e do punk rock.

 

O jornal francês Libération dá o alerta: a esquerda ainda está se agarrando muito a seus mitos

A revista do fim de semana do jornal espanhol El País elege a Ciência como o grande acontecimento do ano que terminou

A edição especial de janeiro da National Geographic France mostra as fotos mais marcantes de um ano absolutamente fora do comum. A começar pela capa, com os noivos usando máscaras.

Na capa da El Viejo Topo, revista mensal espanhola, que diabo é esse tal de Qanon, uma extrema-direta que incomoda

Para ler, acesse o site de O Partisano

A PRIMEIRA IMAGEM DO ANO NOVO

Meia-noite em ponto (horário de Pyongyang), a GloboNews mostrou, ao vivo, a chegada de 2021 na Coréia do Norte, um dos países mais fechados do mundo. Hasteamento da bandeira, queima de fogos e muita gente nas ruas saudando o ano novo.

NOTA 10 PARA UM ANO NOTA 0

A retrospectiva do ano de 2020, apresentada pela TV Globo na noite de quarta-feira (29/12) cumpriu o seu papel. Não deve ter sido nada fácil reunir e editar notícias tão estranhas de um ano tão atípico. Nada ficou esquecido. O Ibope foi baixo para o programa (16.7), talvez pelo medo das pessoas em rever o que passamos. Destoou as bolinhas coloridas da vinheta. Não conseguimos entender a que vieram.

Algumas previsões para o ano novo, na coluna de Patricia Kogut, no Globo

Sim, falamos do jornalista de direita Augusto Nunes, palpiteiro do programa Pingos nos Is, da rádio Jovem Pan de São Paulo. Prometemos não falar mais dele e de suas opiniões incansáveis em favor do desgoverno atual. Não falaremos mais de Augusto Nunes, nem que ele seja oficializado como porta-voz de Jair Messias Bolsonaro. Vamos poupar nossos leitores.

O Sol hoje foi saber como está a temperatura em Daca, capital de Bangladesh

Estamos ouvindo Patti Smith cantando Oh, Yoko! E convidamos você para começar o ano assim.

Gabriel Garcia Márquez começou a escrever O Veneno da Madrugada em 1956, aos 29 anos, numa Paris abaixo de zero. Era para ser apenas um conto, que foi crescendo e virou um livro com a grandeza de um Garcia Márquez. O Veneno da Madrugada foi relançado recentemente pela Record.

 

 

O SOL DE SEGUNDA-FEIRA

Quando o Brasil é mais Brasil

Quando a realidade é mais realidade

As eleições de aproximam e os candidatos precisam cair na real de que existe um imenso país longe da zona sul

Escândalos pipocam na América do Norte como se fosse América do Sul

Na capa da Ilustrada, a nova biografia do jornalista Samuel Weiner: O Homem que estava lá, de Karla Monteiro, que será lançado hoje pela Companhia das Letras

O Brasil casa vez mais pobre, em todos os sentidos

A chamada na primeira página da Folha tromba com a manchete principal da Folha

Que a velha e tradicional política brasileira precisa se renovar é fato

Na capa do suplemento Na Quarentena, a biografia de Janis Joplin que está chegando nas livrarias: obra de Holly George, com tradução de Martha Argel e Humberto Moura Neto, Editora Seoman

E a campanha está apenas começando

A chamada é pequena, mas o problema é enorme

Uma foto de Guilherme Boulos (no destaque) na primeira página do Globo é coisa rara, raríssima

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O assunto da ombudsman da Folha, Flavia Lima, no domingo, foi o nosso assunto aqui na semana passada: a pisada de bola da Folha em sua manchete. O jornal ignorou as mentiras do discurso de Bolsonaro na ONU e enfatizou sua defesa.

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Para amenizar a dor da pandemia, o jornal italiano Il Giorno resolveu colocar uma sobrecapa alto astral desejando bom dia a seus leitores

OBA OBA

Quem está assistindo a GloboNews e muda de canal, enfastiado de tanto ego, tantos beijos, obrigados, equipe de craques, te amo de paixão… e muda para a CNN Brasil, vai cair no mesmo. A equipe de jornalistas, principalmente os apresentadores e as apresentadoras, mergulharam em um mundo de euforia e brincadeiras que faz a gente ou voltar pra GloboNews ou desligar a televisão. Temos a impressão de que querem passar a ideia de que “estamos muito felizes de estarmos empregados e trabalhando na CNN”. Tudo é furo, tudo grande investigação, é coisa que você só vê aqui. Cansa!

Se puder, pare tudo para ouvir Praia dos Ossos, o podcast da Rádio Novelo. Em oito episódios, o programa está narrando um crime que abalou a sociedade mineira no início dos anos 1970, se espalhou pelo país, sacudindo o movimento feminista. Praia dos Ossos reconta o assassinato de Ângela Diniz por Doca Street numa casa de veraneio na Praia dos Ossos, região de Búzios. Branca Viana e a pesquisadora Flora Thomson De Veaux recontam a história de maneira fascinante, refazendo os passos e toda a trajetória da socialite. É forte, é contundente e reforça o movimento feminista de hoje. Fica claro que quem ama não mata.

Tudo muito estranho. Até agora não deu pra entender se aquela câmera balançando o tempo todo era arte ou erro mesmo. Live tem de ser simples, sem grandes pirotecnias. Parece que a diretora Laís Bodanzky, a brilhante diretora de Bicho de Sete Cabeças, quis inovar, dar um ar de espetáculo onde não cabia espetáculo. Foi patético ver Gal Costa jogada numa fogueira, perdida na escuridão – literalmente – perguntando a todo momento se estava no ar. Ficou a impressão de que ninguém explicou nada para Gal, uma das maiores estrelas da nossa música, e achou que ela improvisava. A live na Casa de Francisca, em São Paulo, mais parecia a casa da mãe joana. Triste aniversário. Mas o seu nome é Gal e vai continuar sendo Gal. Não vai ser essa live que vai mudar a História.

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O SOL DE SEXTA-FEIRA

O governo Bolsonaro vai entrar para a História. Pela incompetência

Na foto de Lado de Almeida, em destaque na primeira página, o nosso país vai, literalmente, acabando a olhos vistos

Quem é o pernambucano Jones Manoel, o historiador que Caetano cita?

O problema da educação brasileira na pandemia parece que não tem solução

Caso de Bolsonaro significa seu desejo direto de intervir na Polícia Federal

Na foto de Daniel Teixeira, em destaque na primeira página, a fumaça que sobe no Norte e no Centro-Oeste e chega a São Paulo

O governo Bolsonaro é um governo cercado de escândalos por todos os lados

O governador Witzel na corda bamba, enquanto o prefeito Crivella parece ter um pacto com alguém

Quer que o Chico Caruso desenhe?

O problema é muito maior do que apenas uma minúscula chamada na primeira página de jornal

Na foto de Franklin Jacinto, da Reuters, na primeira página, era uma vez Flamengo: 5 a 0 para o Independente Del Valle, pela Libertadores, em Quito

 

Um achado: Um perfil de Dom Pedro II escrito por Machado de Assis escrito em 1859

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Na capa da Carta Capital que começa a circular hoje, o Doutor Drauzio Varella dá uma verdadeira lição sobre a pandemia. A Veja mostra que é chegada a hora de voltar às aulas. 

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A matéria no Globo Esporte de quinta-feira (17) no Globo Esporte, sobre a maldição do São Paulo foi boa. Mas o repórter (Fernando Vidotto) quebrando (literalmente) um espelho, passando debaixo de uma escada e apontando uma sexta-feira 13 no calendário, não sei não. O GE vive fazendo graças e excessos.

Na capa da Ilustrada, os 70 anos da televisão brasileira

SEM COMENTÁRIO

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