O SOL DE TERÇA-FEIRA

Sim, os brasileiros estão achando que a pandemia acabou

Grandes notícias, Pequenas chamadas

Como dizem os mineiros: o trem tá feio!

Laerte na página A2

Mais uma história difícil de entender

De vez em quando, o Estadão muda de assunto na sua manchete principal

Viu isto, Bolsonaro?

Pra não dizer que o assunto está morrendo…

Na foto em destaque na primeira página, o jeitinho brasileiro

Quem anda sem máscara não acredita em inverno

E quantas para o Brasil?

O mistério começa a se desvendar

Viva Chile!

Esperamos que nossa terra vai tornar-se um imenso Portugal

Tristeza não tem fim

O livro Minhas Histórias dos Outros vai sair ampliado

Venturing Out, pot Gürbüz Dogan Eksioglu

A capa da edição internacional da Newsweek

Deu no Le Monde: o número de sucídios aumenta na faixa dos 12-24 anos

Deu na Folha

 

 

 

O SOL DE SEGUNDA-FEIRA

O adeus a Bruno Covas na Folha

O Palmeiras derrubou o Corinthians e o técnico do timão

Um retrato do Brasil

O adeus a Bruno Covas no Estadão

Ah… se todas fossem iguais a você!

Só a porcentagem que não era sabida

O adeus a Bruno Covas no Globo

O impressionante da foto são as pessoas comendo tranquilamente ao lado do acidente fatal

Na capa da Época, o comentarista Guga Chacra assina o texto sobre mais uma guerra no Oriente Médio. Na capa da Isto é, o Napoleão verde e amarelo.

Vidas Palestinas Importam. Uma boa manchete do jornal francês L’Humanité

Na Time, uma reportagem interna sobre o preconceito

Na Der Spiegel, os preços abusivos dos imóveis no país

No suplemento L’Époque, do Le Monde, uma boa matéria sobre as família com trans

Na New Scientist da semana, o universo predestinado

NOTA 10

Bairrismo à parte, nota 10 para o Globo Repórter de sexta-feira passada sobre Minas Gerais.

Ele tinha vinte e dois anos quando pisou na Europa pela primeira vez. Portugal de Salazar. Ficou assustado com o número de mulheres vestindo preto nas ruas e com a dificuldade de entender o que as pessoas diziam. Comeu pastéis de Belém e uma bacalhoada à Gomes de Sá que nunca esqueceu. Tomou uma taça de vinho e fechou a conta na pensão da Dona Stella.

Pegou o trem e viajou mais de trinta horas até chegar à Gare de Austerlitz, em Paris, e encontrar uma amiga que o esperava com uma rosa vermelha na mão. Foi ser hóspede dela no coração do Quartier Latin, num quarto no sétimo andar do número 4 da Rue Paillet. Sem banho.

Sem saber falar uma palavra de francês, entendendo apenas o merci beaucoupe o hulalá, foi à luta e o primeiro emprego foi para limpar as escadarias do prédio da Sociedade de Engenheiros, em frente a Igreja de Saint Germain-des-Près.

Mudou-se para o 11ème, bairro comunista, um apezinho maior onde hospedou umas duas dúzias de bichos grilos que chegavam do Brasil em busca de dias melhores.

Estudou no Institut Français de Presse e acabou virando jornalista e jornaleiro. Entrevistava exilados para a imprensa alternativa e vendia os jornais na Livraria Portuguesa, Rue des Écoles.

Comia no bandejões dos restaurantes universitários e, no domingo, costumava fazer comida em casa. Arroz Uncle Bens com carne moída e milho era o seu prato predileto.

 

Mordeu um pedaço de queijo de cabra, sem saber que se comia com pão.

Aprendeu a arrumar a casa bem arrumada, a lavar roupa bem lavada e a passar roupa bem passada.

Viu coisas inacreditáveis, como um dos bichos grilo cair no Sena de madrugada em pleno inverno e um cearense que insistiu em fazer uma farofa com pó de serragem, jurando que ia dar certo.

Construiu estradas, cuidou de crianças, distribuiu panfletos no Boul’Mich, descascou batatas na cozinha de um restaurante de estudantes até um dia ser promovido a Caixa.

Correu mundo, correu perigo. Foi ao Líbano por terra cortando toda a Europa. Chegou na fronteira de Israel numa época de guerra. Viu Mirages no céu do Oriente Médio fazendo um barulho ensurdecedor.

Dormiu na rua em Atenas, quase morreu de frio em Amsterdã, passou seis horas para conseguir entrar na Bulgária e foi de carona assistir o Grande Prêmio da Bélgica.

Teve dois filhos e a coragem de fazer o parto na clínica do Doutor Frederick Leboyer.

Escreveu poemas que foram publicados no Suplemento Literário do Minas Gerais, na revista Escrita e na Inéditos.

Chorou ao ouvir pela primeira vez Gilberto Gil cantando Não Chore Mais, numa fita K-7 laranja da Basf.

Uma década depois, pegou o avião de volta e desceu no Aeroporto do Galeão, numa terça-feira de carnaval.

[A saga termina na semana que vem]

[Crônica publicada no site da revista Carta Capital]

http://www.cartacapital.com.br

NO CARDÁPIO ESTA SEMANA:

PARA LER, acesse gamarevista

Gostou de ver o livro Torto Arado, de Itamar Vieira Junior, no primeiro lugar da lista de mais vendidos da revista Veja

 

 

 

O SOL EXTRA – A MORTE DE BRUNO COVAS

Gilvan Marques e Lucas Borges Teixeira

Do UOL, em São Paulo

16/05/2021 09h54

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB-SP), morreu hoje, aos 41 anos. Ele estava em tratamento contra um câncer que surgiu entre o esôfago e o estômago e se espalhou por outras partes do corpo. O tucano estava internado no Hospital Sírio-Libanês, na região central da capital, desde 2 de maio. No dia seguinte, ele foi intubado e levado à UTI (Unidade de Terapia Intensiva) após ter diagnosticado um sangramento no local onde foi constatado o câncer pela primeira vez.

Ele permaneceu um dia na UTI e posou com o filho em 4 de maio para celebrar a melhora. Nos dias seguintes, o prefeito recebeu as visitas do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), e do prefeito em exercício Ricardo Nunes (MDB), mas o quadro teve uma piora nesta sexta-feira (14) e Covas não resistiu, deixando um filho de 15 anos. Nunes assumirá a prefeitura em seu lugar.

O tucano descobriu a doença em outubro de 2019 ao ser internado para tratar de uma infecção de pele. O tumor chegou a diminuir em 2020, mas outros reapareceram em novos pontos do fígado em fevereiro deste ano. Em abril, foram identificados também nos ossos. Em 2 de maio, foi internado no Sírio-Libanês, foi levado à UTI no dia seguinte e deixou a unidade em 4 de maio.

Porém, o estado clínico se agravou em 14 de maio. Às 19h30, o boletim médico assinado pelos médicos Luiz Francisco Cardoso e Ângelo Fernandez anunciou que o quadro era irreversível. A morte foi confirmada posteriormente.

Em sua trajetória política, inspirada no avô Mário Covas, o ex-prefeito foi deputado estadual por dois mandatos, deputado federal por dois anos, secretário na gestão de Geraldo Alckmin (PSDB) no governo de São Paulo e assumiu como vice-prefeito da capital em 2015. Em 2018, Bruno Covas assumiu a prefeitura quando o então prefeito João Doria (PSDB) lançou-se ao governo. Dois anos depois, o prefeito foi reeleito em segundo turno.

Durante a maior parte do tratamento, Covas seguiu à frente da Prefeitura de São Paulo. No ano passado, ele foi diagnosticado com covid-19, mas ainda pôde participar da reta final da campanha eleitoral na qual foi reeleito.

O SOL DO FIM DE SEMANA

Resumindo: a CPI da Pandemia vai revelando o retrato de um governo incompetente

De um lado, o avanço da medicina e, do outro, o atraso do governo

História mal contada

Na foto em destaque, Lira, Bolsonaro e Collor, que voaram para Alagoas para cutucar Renan Calheiros

Mulheres protestam na Avenida Paulista no dia em que lembraram o dia da libertação dos escravos. A luta continua!

Segundo os organizadores, o motivo foi a Covid

Onde as paralelas se encontram

A guerra que nunca tem fim

Licença para desmatar

Por debaixo de uma camiseta azul piscina, Bolsonaro veste uma camisa verde água amarrotada

Origem da expressão o Brasil é dose!

A corrida contra a fome no Jacarezinho

Num cartum minúsculo na primeira página, Chico Caruso desenha o resultado da pesquisa Datafolha que a TV Globo não exibiu

Anitta na capa do Segundo Caderno sai à conquista do mundo

https://www.brasil247.com/brasil/academicos-e-advogados-pedem-ao-stf-afastamento-de-bolsonaro-por-incapacidade

 

https://operamundi.uol.com.br/politica-e-economia/69726/israel-anuncia-inicio-de-ataques-terrestres-contra-gaza

Na revista Il Venerdì, duas páginas para Chico Buarque, que está lançando a edição italiana do livro Essa Gente.

A capa da versão italiana do livro de Chico que está sendo lançado na Itália

Na capa da Economist, as razões para tomar a vacina que Bolsonaro tanto critica e faz corpo mole

As duas revistas, hoje nas bancas da França

A Carta Capital que começa a circular hoje mostra que vidas negras importam. No Jacarezinho também.

Na capa da Veja, Fábio Wajngarten, o mentiroso

O Jornal Hoje,  o Jornal Nacional e o Jornal da Globo filtraram a pesquisa Datafolha que mostra Lula na frente de Bolsonaro. Informaram que a popularidade do presidente caiu, mas não mostraram que o placar está Lula 55 contra Bolsonaro 32. (Veja mais abaixo, texto de Mauricio Stycer no UOL)

Na live de ontem à noite, Bolsonaro foi duas vezes deselegante: usando essa roupa e chamando o repórter do Estadão de jumento

O SOL recomenda o podcast de Rita Von Hunty. No Spotify.

PARA LER:

https://www.uol.com.br/splash/colunas/mauricio-stycer/2021/05/13/jn-ignora-pesquisa-do-datafolha-que-mostra-lula-a-frente-de-bolsonaro.htm

PARA LER:

https://www.uol.com.br/vivabem/reportagens-especiais/ranking-dos-paes-veja-quais-sao-melhores-opcoes-do-supermercado/#page3

Histórias confidenciais e até fofocas sobre o escritor colombiano Gabriel García Márquez, estão reunidas num livro delicioso

Aos 70 anos de idade, Índio da Cuíca, nascido no Borel, lança o seu primeiro disco, Malandro 5 Estrelas. Um espetáculo! No Spotify.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O SOL DE QUINTA-FEIRA

O primeiro Datafolha a gente nunca esquece

Uma noticia que tira o sono de qualquer bolsonarista

Isto pode ter provocado a morte de milhares de pessoas

Apenas 10% era verdade

Vocês querem vacina???

A pandemia continua viva como nunca

Até tu, Toffoli?

Benett, na página A2

O ex-secretário de Comunicação fez a declaração suando bicas

Para quem acha que a pandemia acabou

Vem aí uma enxurrada de genéricos

Na primeira página, a arte de Shaka Ehimen

Vimos cenas de um ex-secretário em apuros

A chamada na primeira página é minúscula, pra passar desapercebida

A guerra no Oriente Médio na primeira página do Jerusalem Post

Lançada hoje na França, uma revista semanal de informação sobre guerras. A capa da Guerre Moderne número 1 é a Birmânia.

O comentarista bolsonarista Augusto Nunes disse na Jovem Pan que não acredita em pesquisas

A fotógrafa Claudia Andujar é a pessoa mais credenciada para falar dos Yanomamis

 

 

 

 

 

 

O SOL DE QUARTA-FEIRA

Mais uma novela para acompanharmos

Barra Torres prometeu dizer a verdade e somente a verdade na CPI. E disse.

Mesmo assim, já são 1,41 bilhão de chineses no Planeta Terra

Na foto em destaque na primeira pagina, o retrato da miséria em nosso país

O artista alemão Joseph Beuys, que completaria cem anos hoje, está na capa da Ilustrada

Em meados do século passado, o slogan do governador de Minas Gerais, Magalhães Pinto, era Minas trabalha em silêncio. A oposição completava: … porque ladrão não faz barulho.

O negócio é não comer, não andar e ficar no escuro

Uma pedra no caminho

A guerra sem fim

O diretor-presidente da Anvisa foi o anti-Queiroga em seu depoimento na CPI

Na saída do depoimento, Barra Torres com ar de vitorioso

Uma chamada minúscula para uma enorme tragédia na Rússia

Só falta voltar o Ame-o ou Deixe-o, Ninguém Segura o Brasil e Este é um país que vai pra frente

Gaza, maio de 2021

O carismático Tony Kaye na capa da revista espanhola Cambio16, que está completando 50 anos

O jornal francês L’Équipe foi buscar inspiração na capa de um livro de Hergé. Ficou muito bom. 

A Vogue Brasil está completando 46 anos e Cyndy Crawford, 55

NOTA 10

Com atraso, o SOL registra uma nota 10 para a entrevista com Dona Déa, mãe do ator Paulo Gustavo, domingo no Fantástico. Que mulher!

O logo do Google de hoje homenageia a atriz Ruth de Souza, que completaria 100 anos hoje

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O SOL DE TERÇA-FEIRA

É sempre a mesma história. No final, os policiais nunca têm culpa

Vacina no Brasil virou uma novela sem fim

A justiça foi feita

O tempo passa, o tempo voa…

Porque brigam tanto por um Oriente que é apenas médio (Millôr Fernandes)

O filme que nunca estréia circula nas redes sociais

Laerte na página A2

Daqui a pouco o Aras não vai ver problema algum na manchete principal do Estadão

A única notícia sobre a pandemia na primeira página

É uma guerra sem fim

De tempos em tempos, lembram da importância de Hyldon. O que é bom.

Com certeza, Aras não vai ver problema algum em orçamento paralelo

E os outros três que foram executados?

A imagem da guerra na foto em destaque na primeira página

Sim, o Aras

Conheça a si mesmo, o assunto de capa da New Scientist desta semana

O craque norueguês Erling Braut Haaland na capa da espanhola Panenka

Pandemia, crise? Onde?

No número 36 da revista-livro Margem Esquerda, destaque para a entrevista com o ex-presidente uruguaio Pepe Mujica

Domingo nada espetacular nas médias do Ibope das três maiores redes abertas de televisão

Na Charge Falada pilotada por Aroeira e Miguel Paiva, o convidado é o cartunista Zelio Alves Pinto, um craque do traço. No Spotify

 

O SOL DE SEGUNDA-FEIRA

O ex-chanceler Ernesto Araújo mexeu os seus pauzinhos para inundar o Brasil de cloroquina. Vai ter de se explicar na CPI da Pandemia.

Resumindo: o ministro da Saúde ficou de recuperação

Foto de arquivo de Fernando Collor? Não, foto mostra Bolsonaro no domingo, 09/05/21

Na foto em destaque na primeira página mostra o estado de um indígena da etnia Yanomami

João Montanaro na página A2

Lembra da promessa do candidato Bolsonaro, afirmando que ia acabar a mamata?

Óbvio!

Na foto em destaque na primeira página, mais um Dia das Mães sem beijos e abraços

A arquiteta Lina Bo Bardi acaba de ganhar duas volumosas biografias: uma pela Todavia e outra pela Companhia das Letras

Lembramos que os professores ainda não foram vacinados

Tudo indica que objetivo da operação era matar

Retrato da tristeza no Cemitério do Parque Tarumã, em Manaus

Protestos pelo mundo estão evitando grandes tragédias

Na capa da alemã Der Spiegel, as crianças da crise

O suplemento Robinson, do jornal italiano La Repubblica, publica texto inédito do escritor americano Ernest Hemingway que fazia parte do livro O Velho e o Mar